O dirigente do CDS-PP Diogo Feio defendeu que, a confirmar-se a descida da abstenção nas autárquicas de hoje, esse é um dado positivo, mas ressalvou a necessidade de prudência na análise até haver números definitivos.
O BE considerou hoje que, a confirmarem-se os indicadores de diminuição da abstenção, estas eleições autárquicas "poderão dar um sinal importante numa viragem relativamente à participação dos portugueses", que estão num processo de maior abertura em relação à política.
O secretário-geral do PSD salientou que as projeções para a abstenção nas eleições de hoje podem indicar uma maior participação do que nas últimas autárquicas, o que a verificar-se será "um bom sinal para a democracia".
O dirigente socialista Porfírio Silva disse hoje esperar que as autárquicas representem um "passo positivo" no combate à abstenção, proporcionando uma redução desse indicador.
O dirigente da CDU, que junta comunistas, ecologistas e independentes, Dias Coelho congratulou-se hoje com o eventual aumento da participação eleitoral nas autárquicas, lembrando a campanha levada a cabo pela coligação junto de "trabalhadores e povo".
O PS tinha 47 presidentes de câmara eleitos às 22h00 e era o partido com mais municípios conquistados, de acordo com os dados do Ministério da Administração Interna.
A taxa de abstenção nas eleições para as autarquias locais realizadas hoje situou-se entre os 40,03% e os 48%, indicam as projeções divulgadas pela RTP, SIC e TVI.
A candidatura do independente Rui Moreira à Câmara do Porto congratulou-se hoje com a diminuição da abstenção notando que esse é, para já, "o grande motivo de satisfação", porque ainda não existem "resultados reais".
O secretário-geral do PCP assumiu hoje o resultado negativo nas eleições com a perda de "nove a dez autarquias", mas prometeu continuar a defender a reposição de direitos e rendimentos de trabalhadores e povo portugueses.
A ex-ministra da Justiça Paula Teixeira da Cruz defendeu hoje o presidente do PSD, Pedro Passos Coelho, apontando que "não há alternativa" para a liderança dos sociais-democratas, depois de algumas figuras do partido terem admitido a sua saída.
A presidente do CDS-PP e candidata à Câmara de Lisboa, Assunção Cristas, declarou-se hoje líder da oposição na capital e disse estar a trabalhar para estender essa liderança ao país.
A presidente do CDS-PP e candidata à Câmara de Lisboa, Assunção Cristas, declarou-se hoje líder da oposição na capital e disse estar a trabalhar para estender essa liderança ao país.
O secretário-geral do PS afirmou hoje que o resultado das eleições autárquicas "reforça" politicamente a maioria parlamentar que suporta o Governo, apontou o PSD e não a CDU como o grande derrotado da noite eleitoral.
O presidente do PSD, Pedro Passos Coelho, assumiu hoje a responsabilidade por "um dos piores resultados de sempre" do partido em eleições e admitiu não se recandidatar à liderança do partido.
A secretária-geral adjunta do PS, Ana Catarina Mendes, afirmou hoje que, a confirmarem-se as projeções das televisões, a candidatura socialista à presidência da Câmara do Porto, Manuel Pizarro, conseguirá "uma notável recuperação".
A candidatura de Álvaro Almeida (PSD/PPM) ao Porto congratulou já Rui Moreira pelo resultado nas eleições desta noite, tendo o mandatário António Tavares assinalado que "uma parte do eleitorado" não acreditou na proposta do partido.
O antigo presidente da concelhia do PSD/Lisboa Mauro Xavier, que se demitiu por discordar da estratégia do partido com a escolha de Teresa Leal Coelho como candidata, pediu hoje que Pedro Passos Coelho assuma a "responsabilidade política" pelos resultados.
O comentador político Luís Marques Mendes, antigo presidente do PSD, afirmou hoje que não ficaria surpreendido se Pedro Passos Coelho comunicasse a sua saída da liderança dos sociais-democratas, face aos resultados das eleições autárquicas.
O partido Nós, Cidadãos! Vai liderar pela primeira vez uma câmara municipal, Oliveira de Frades, Viseu, segundo os resultados das eleições autárquicas de hoje divulgados pelo Ministério da Administração Interna.
As urnas para as eleições autárquicas fecharam este domingo às 19h00 em todo o território continental e na Madeira, encerrando nos Açores uma hora depois, devido à diferença horária.
A afluência dos eleitores às urnas até às 16h00 foi de 44,39%, um valor superior ao registado no último ato eleitoral autárquico (43,43%), à mesma hora, segundo dados do Ministério da Administração Interna.
O coordenador nacional autárquico do PSD assumiu hoje a responsabilidade nacional por um resultado que deverá ficar aquém do objetivo de ganhar mais câmaras, mas salientou que o país tem 308 municípios e "não é só Lisboa e Porto".
O Presidente da República votou este domingo em Celorico de Basto, pouco antes das 13:00, onde apelou à ida à urnas "para travar a subida da abstenção".
O Presidente da República votou este domingo em Celorico de Basto, pouco antes das 13:00, onde apelou à ida à urnas "para travar a subida da abstenção".
Em dia de eleições autárquicas, mais de duas centenas de pessoas aproveitaram a manhã na praia de Carcavelos, em Lisboa, mas mantêm a intenção de ir votar, como afirmaram à agência Lusa.
A ex-presidente do PSD Manuela Ferreira Leite disse hoje que Pedro Passos Coelho não tem condições, neste momento, para continuar à frente do Partido Social Democrata (PSD).
Eugénio Marinho, candidato do PSD/CDS-PP à Câmara Municipal de Fafe, defende que a "questão central é o saneamento básico" uma vez que o "índice de cobertura de rede de saneamento básico é inaceitável para um concelho que se quer desenvolvido". Afirma que é "inacreditável que após uma gestão socialista de 37 anos a taxa de cobertura de rede seja de 42%" e que esta é agora uma das prioridades. O candidato diz ainda que "não se pode fazer da Câmara uma comissão de festas" e critica o atual Presidente de gastar "centenas de milhares de euros em imagem e marketing" e depois não aparecer no debate.
Alexandre Triguinho, candidato da CDU à Câmara de Fafe, defende que "o problema do saneamento básico não surgiu no início deste mandato" e que "as coisas correram mal antes, correm mal durante e continuam a correr mal agora". Afirma que "durante quatro anos é difícil resolver o problema do saneamento" mas que "o PS está na Câmara desde 1979" e como tal se não o fez "ou é uma questão de falta de vontade ou falta de competência". O candidato diz ainda que "a Câmara perdeu uma excelente oportunidade de negociar com a Águas do Norte como é que seria feito daqui para a frente" e que "não foi feito um negócio que defendesse os interesses dos fafenses".
Leonel Castro, candidato do Bloco de Esquerda à autarquia de Fafe, afirma que inicialmente acreditou no atual Presidente, Raul Cunha, e que "ele fosse marcar pela diferença" mas que "a engrenagem da máquina política é de facto muito poderosa e ele rapidamente se deixou levar". Defende também que as prioridades foram "sem dúvida" invertidas e que o saneamento é o mais preocupante. O candidato diz ainda que "o atual Presidente investiu muito na promoção e na imagem de Fafe" mas que isso só deve ser promovido "quando tudo o resto já está feito".
Pelas ruas de Fafe a população queixa-se da falta de turismo na cidade, do saneamento que "ninguém liga nenhuma" e ainda da educação.
Cerca de 9,4 milhões de eleitores são chamados a votar no domingo para as eleições autárquicas para escolher os autarcas de 308 câmaras municipais e de 3.092 freguesias.
Manuel Pizarro, Orlando Cruz, Rui Moreira, José Pereira, Bebiana Cunha, Ilda Figueiredo, João Lopes e Álvaro Almeida estiveram presentes no Porto Canal a debater essencialmente questões ligadas à polémica das sondagens, às políticas de habitação e ao turismo.
Álvaro Santos Almeida, candidato do PSD à Câmara Municipal do Porto, afirma que “há muitas associações com muita gente com boa vontade a querer ajudar mas a eficácia dessas intervenções podia ser muito melhorada, se houvesse melhor coordenação entre as várias instituições”. Quanto aos custos da habitação o candidato diz que “é um problema que resulta de um aumento do turismo no Porto e que como é habitual quando aumenta a procura aumenta a oferta”. Como tal, defende que o que é preciso fazer “é criar condições para que haja mais oferta de habitações na cidade” mas “uma oferta que aproveite o que já existe”.
Rui Moreira, atual Presidente e candidato à Câmara Municipal do Porto, afirma que deu continuidade ao trabalho realizado por Rui Rio mas “com algumas dificuldades porque não houve um programa chamado Prohabita”. Defende que os aumentos de renda “não eram necessários” mas que foram bons uma vez que “resultou numa melhoria das condições de vida e dos salários dos agregados familiares”.
Orlando Cruz, candidato do PPV/CDC à autarquia do Porto, afirma que “a Câmara tem de começar a olhar mais para as associações” e dá até o exemplo de uma associação “que queria fazer um coberto para fazer uma cantina para dar de comer a pessoas e que até hoje não teve nenhuma resposta”. Defende que “falasse muito nas associações” mas que os apoios que recebem da Câmara “têm sido zero”, coisa que tem de ser alterada uma vez que “o turismo desorganizado” está a colocar pessoas na rua. O candidato não culpa só a Câmara e diz ainda que “as rendas têm de ser controladas”.
José Manuel Costa Pereira, candidato do PTP à autarquia do Porto, afirma que “a cidade está bipolar” e que “Campanhã é um pantanal, sendo que as pessoas não sabem que Campanhã pertence ao Porto”. Defende que “enquanto estivermos ligados a partidos e regimes que só olham para o seu umbigo” as coisas não mudam e que “quando a nova gestão camarária tomar posse devia-se travar a desorganização que há no turismo”. O candidato diz que o turismo “trouxe muita coisa boa para a cidade do Porto mas também destruiu a habitação”, sendo que “neste momento os estudantes não têm onde morar” e se assim continuar “a cidade toda vai ficar uma estância turística”.
Manuel Pizarro, candidato do PS a Câmara Municipal do Porto, afirma que quanto à construção de casas de habitação social “o que conta verdadeiramente são as casas que foram entregues”. Defende que “foi feito um enorme esforço de reabilitação de casas nos bairros” e que foram entregues a “1041 famílias”, sendo que “mais mil famílias receberam para pagar a sua renda mensal”. Quanto ao aumento de rendas diz que “só que pode ter ocorrido um aumento dessa dimensão se as famílias tiveram mais rendimentos” e que “mais de mil famílias pagam uma renda de 11 euros”.
Ilda Figueiredo, candidata da CDU à autarquia do Porto, defende que a Câmara “podia ter alterado o regulamento municipal e podia não ter feito o aumento das rendas” mas que o problema maior é que “fizeram e disseram, mentindo, que era por causa da legislação atual”. Relembra a legislação que indica que “a Câmara pode alterar o regulamento municipal e adequa-lo às situações sociais”, coisa que não foi feita.
João Teixeira Lopes, candidato do Bloco de Esquerda à autarquia do Porto, afirma que “nos últimos quatro anos oito mil portuenses saíram da cidade” e que “a Câmara não fez nada”. Defende que “não é verídico” quando Rui Moreira disse que as pessoas saíam do Porto à procura de “ambientes mais estimulantes ou confortáveis” uma vez que “as pessoas têm sido obrigadas a sair”. O candidato indica que o turismo “deve ser regulado e deve ser criada uma taxa turística” e que “o dinheiro dessa taxa deve ser canalizado para a reabilitação do edificado”.
Bebiana Cunha, candidata do PAN à Câmara do Porto, afirma que “há uma necessidade urgente da cidade empreender medidas para criar condições de habitabilidade mínimas” e que “não deve esperar por 2020”, ano em que a agência das Nações Unidas para o desenvolvimento sustentável colocou como meta para resolução do problema. Defende que a autarquia tem de ter “uma produtividade para resolver todo o contexto” da habitação social uma vez que há mais problemas envolvidos do que “apenas arranjar a habitação”.
Segurança, reabilitação urbana e acompanhamento dos idosos são alguns dos temas que mais preocupam os Viseenses
Lúcia Silva, candidata do PS à Câmara Municipal de Viseu, explica que apesar da cidade proporcionar qualidade de vida isto não é suficiente para "alavancar" o crescimento económico uma vez que a população ativa tem vindo a diminuir e que "as pessoas sentem-se na obrigação e no dever quase de sair de Viseu".
Lúcia Araújo Silva, Paula Jacinta Amaral, Filomena Pires, Fernando Figueiredo e António Almeida Henriques estiveram presentes no Porto Canal a debater essencialmente questões ligadas à construção de uma autoestrada alternativa ao IP3 e à extinção das portagens.
Filomena Pires, candidata da CDU à Câmara Municipal de Viseu, explica que o principal foco da candidatura do partido se centra em que o concelho de Viseu seja qualificado como o melhor concelho para se viver e não só na melhor cidade para se viver. A candidata afirma ainda que neste momento não podem ser nomeados com tal distinção visto que "não temos ligação ferroviária nacional, somos uma cidade cercada de portagens (...) e que falta água potável ao domicílio em muitas localidades".
Almeida Henriques, atual presidente da Câmara Municipal de Viseu e que se candidata ao segundo mandato em representação do PSD, explica que Viseu tem a marca da melhor cidade para viver e que hoje é a maior cidade fora do litoral do país, justificando que a "marca destes quatro anos é claramente uma marca assente, por um lado pela qualidade de vida, no domínio social, do domínio desportivo e do domínio cultural".
Fernando Figueiredo, candidato do Bloco de Esquerda à Câmara Municipal de Viseu, afirma que principal objetivo do partido é "trazer mais cidade e mais qualidade a todos os Viseenses". No entanto o candidato explicou que aceitou este convite uma vez que enquanto cidadão se sentiu defraudado com a politica autárquica dos últimos quatro anos.
Miguel Costa Gomes, Mário Constantino, Domingos Pereira, Mário Figueiredo, Vasco Santos e José Ilídio Torres debateram no Porto Canal vários assuntos preocupantes em Barcelos, nomeadamente os recurso de água, a mobilidade e a construção de um novo hospital.
Domingos Pereira, candidato independente à autarquia de Barcelos, afirma que tem "muito orgulho daquilo que foi feito e daquilo que ainda muito falta fazer" e que "só uma liderança política muito forte é que é capaz de implementar agora as medidas que devem ser implementadas". Defende que "quem não compreender o espectro económico e social de Barcelos não tem uma visão do concelho" e que a agricultura, apesar de ainda não mencionada pelos restantes candidatos, "é crucial para o desenvolvimento" da cidade.
José Ilídio Torres, candidato do Bloco de Esquerda à autarquia de Barcelos, afirma que a cidade "mudou alguma coisa" e que "houve algumas obras de fachada que se fizeram" mas que "as obras fundamentais arrastaram-se no tempo". Defende que o "PS deveria ter já há muito tempo feito a regeneração no mercado municipal, tal qual ele merece" e que a mobilidade "é uma espécie de um cancro que está instalado na cidade". O candidato diz que um "concelho vasto" como é Barcelos "já há muito tempo que deveria ter resolvido o problema da mobilidade" uma vez que isso melhoraria também a "descentralização dos serviços".
Miguel Costa Gomes, atual Presidente e candidato do PS à Câmara Municipal de Barcelos, diz que segundo os outros candidatos "em Barcelos é tudo mau, o que não é verdade" e que "digam o que disserem não há dúvidas que a Câmara de Barcelos é uma Câmara aberta, amiga dos cidadãos e preocupada com os problemas dos mesmos". Defende que entrou na autarquia "não para fazer parte do problema mas sim parte da solução" e que tem "feito esse esforço a vários níveis". O atual Presidente afirma ainda que "a base fundamental no desenvolvimento do concelho foi o protocolo 200%" sendo que "dignificou o papel do autarca" e que "só diz que Barcelos não está desenvolvido quem apenas anda no centro da cidade".
Mário Figueiredo, candidato da CDU à Câmara de Barcelos, refere que a cidade "tem muitas potencialidades que nunca foram aproveitadas mandato após mandato" e que "os dois últimos mandatos foram um falhanço". Defende que "faltou estratégia ao Partido Socialista para alterar um rumo político que foi deixado pelo Partido Social Democrata" e que o candidato Mário Constantino não pode fugir às responsabilidades. O candidato indica que era preciso "resolver o problema da água e da zona ribeirinha", medidas que eram prioritárias para o PS.
Mário Constantino, candidato do PSD/CDS-PP à Câmara Municipal de Barcelos, defende que "não há uma estratégia nem uma ideia de cidade", dando como exemplo "o fecho da circulação urbana" uma vez que "em oito anos o Partido Socialista no Governo não conseguiu concluir uma obra estruturante e que vai ser decisiva para a economia barcelense". Afirma que o concelho tem de aproveitar "a sua centralidade como âncora de desenvolvimento" e como tal melhorar a circulação dentro e até à cidade. O candidato fala ainda do rio "fabuloso" que Barcelos tem mas diz que "as margens não estão aproveitadas, valorizadas nem rentabilizadas", coisa que para Mário Constantino é "criminoso".
Vasco Santos, candidato independente à Câmara Municipal de Barcelos, indica que "o diagnóstico dos últimos anos é negro" uma vez que todos os problemas que o concelho tem é graças ao PSD "pela gestão que fez durante 30 anos" e que o candidato Mário Constantino, uma vez que também foi vice-presidente da autarquia, "não pode isentar-se de culpas". Apresenta informações do Tribunal de Contas do Ministério Público que indicam que "o negócio das águas é ruinoso e criminoso"e diz que quanto à construção de um novo hospital, o "PS e o PSD criam um problema na saúde para os barcelenses e para os portugueses todos". O candidato critica ainda o problema da mobilidade nas freguesias e a poluição no rio dizendo até que "é uma pouca vergonha ter uma mais valia dentro da própria cidade e não aproveitar".
Rui Santos, atual Presidente e candidato do PS à Câmara Municipal de Vila Real, mostra-se contra a baixa do IMI “para os 50 maiores pagadores de IMI em Vila Real que são fundos imobiliários, que são imobiliárias, que são grandes empresas”, defendo que “descemos o IMI em 20% para quem tem três ou mais filhos, para 15% para quem tem dois filhos e para 10% para quem tem um filho”, o que “abrangeu 4600 famílias”. Face ao orçamento da Câmara o candidato deixa em aberto questões relativas à apresentação de “um orçamento de 26,5 milhões de euros” que “propõe uma descida de 1,5 milhões de euros, baixando o IMI para 0,3”. Rui Santos critica, ainda, o antigo Governo PSD referindo que “tive quatro anos na Câmara Municipal, concluí o terminal rodoviário. Estes senhores estiveram desde 1989 na Câmara Municipal, saíram em 2013 e o terminal rodoviário não estava concluído.”
António Carvalho, candidato do PPD/PSD à Câmara de Vila Real, ironiza as promessas de Rui Santos, referindo que candidato do PS disse que “cumpriu 54 das 56 promessas que fez há 4 anos atrás e eu daria só um exemplo de uma promessa que cumpriu (…) redução do IMI”, explicando que “a redução do IMI que ele fez, que passou de 0,4 para 0,395, significa que na prática, para os ouvintes perceberem, quem paga 400 euros poderá pagar 395”. O candidato diz estar “confiante” pois acredita que “os vilarealenses precisam de uma mudança, precisam que as pessoas acreditem que é possível viver em Vila Real e crescer”, acrescentando que é necessário fixar os jovens no município.
Mário Gonçalves, candidato do BE à Câmara de Vila Real, refere que as suas preocupações não são apenas as acessibilidades. Apresenta como propostas importantes para o partido “o Plano Municipal de Inclusão que pretende abordar a questão da deficiência de uma forma muito mais global”, bem como a inclusão de pessoas de mobilidade reduzida e idosos. Afirma, ainda, que o BE tem outras preocupações relacionadas com emprego, economia, cultura e património.
Joana Rapazote, candidata do CDS-PP à Câmara de Vila Real, refere a questão da oposição dizendo que os “nossos adversários políticos consideram-nos a oposição (…) nomeadamente os nossos adversários políticos do PS”. Relativamente à questão do IMI, a candidata afirma que “sempre tivemos uma posição concreta”, referindo números que considera contraditórios por parte dos outros candidatos, “enquanto estava o PSD no Governo, o senhor vereador Rui Santos, hoje Presidente de Câmara, defendia baixar-se o IMI para 0,35, entretanto mudou de ideias e actualmente defende que 0,395 está muito bom. Enquanto que o PSD, o atual candidato do PSD, o António Carvalho, sempre votou favoravelmente ao IMI de 0,4 enquanto estava no executivo o PS e agora vem propor a baixa do IMI.”
João Paulo Correia, candidato da CDU à Câmara de Vila Real, critica a gestão da atual presidência e da anterior, governada pelo PSD, referindo que “temos que recuar um bocadinho e ver que no último mandato da governação do PSD, a Câmara estava moribunda, aquilo tinha uma ausência de projetos total”. O candidato afirma que é “inadmissível” que “exista a meio do nosso circuito (…) um bairro de barracas”, considerando “exigível que aqueles cidadãos pudessem ter, nem que não fosse inicialmente, uma cozinha comunitária, onde aquelas crianças pudessem fazer uma refeição condigna”. João Correia refere, ainda, que tem como preocupações a questão do trânsito e do turismo afirmando que “foi muito pouco aproveitado nesta Câmara como gerador da economia local.”.
Wladimir Brito, candidato do BE à Câmara Municipal de Guimarães, afirma que a sua candidatura vem “marcar a posição de que os independentes que vivem em Guimarães e que participam na vida pública vimaranense também podem participar em atos eleitorais”. O candidato afirma que se candidatou pois entendeu “que seria o momento adequado para esclarecer, abrir consciências , trazer a debate temas que muitas vezes não são trazidos a debate e marcar uma posição de fiscalização de poderes públicos e uma critica permanente à atuação dos poderes públicos”.
André Coelho Lima, candidato do PSD/CDS-PP à Câmara Municipal de Guimarães, refere que também sente “esse carinho, essa aceitação (…) esse entusiasmo”, por parte dos vimaranenses. O candidato faz uma análise que se prende “com o final de um ciclo” que pensa que se “está a viver em Guimarães”, afirmando que “houve um ciclo de consolidação (…) numa aposta cultural”. Perante o encerramento do ciclo, André Lima perspetiva “a abertura de um outro” em que se deve discutir essencialmente propostas “diferenciadas para o futuro”.
José Torcato Ribeiro, candidato da CDU à Câmara Municipal de Guimarães, admite que não é possível analisar estas eleições “sem falarmos um pouco daquilo que foi o passado, porque desde 1989 que temos maiorias consecutivas e absolutas do PS (…) e esse trabalho que o PS desenvolveu em Guimarães merece também algum apreço porque de facto houve muita coisa bem feita nestes mandatos”. No entanto, refere que os títulos de Guimarães foram possíveis nesses mandatos porque “previamente e antes de 1989 foi iniciado todo um processo de requalificação e reabilitação do centro histórico, que foi orientado uma boa parte dele pelo grande arquiteto Fernando Távora, e que permitiu que o centro de Guimarães tivesse e adotasse critérios de construção próprios, artesanais”. Desta forma, afirma que existe “mérito para quem soube, aproveitando as consequências que havia e as condições que havia, para catapultar para outro patamar”.
Domingos Bragança, atual Presidente e candidato do PS à Câmara Municipal de Guimarães, refere que cumpriu “o programa eleitoral” e “o que falta completar está em curso”, acrescentando “novos projetos ao programa eleitoral que emergiram como resultado de ouvir, escutar as pessoas”. O candidato acredita que a dimensão cultural do município “ficou na mesma elevada”, desde 2001, e que neste momento “estamos a aumentar com produção própria e criatividade”. Sobre uma possível recandidatura, Domingos Bragança afirma que está “muito confiante” e que a perspetiva que tem quando está com os vimaranenses é de um “grande carinho e aceitação, de conforto”.
Os candidatos à autarquia de Guimarães apresentaram propostas e debateram o atual estado do concelho. A oposição pede uma mudança de ciclo político, o Bloco de Esquerda vai mais longe e diz que os 28 anos de governação socialista trouxeram "medo" à cidade.
Rui Santos, António Carvalho, Joana Rapazotte, João Paulo Correia e Mário Gonçalves estiveram presentes no Porto Canal a debater essencialmente questões ligadas aos impostos, obras públicas e execução orçamental.
Vila Real: o lançamento do debate autárquico 2017
Promo Debate Autárquicas Vila Real
Manuel Barros, Vitor Mendes, João Gomes, Filipe Viana e Abel Baptista estiveram presentes no Porto Canal a debater essencialmente questões ligadas ao desemprego, o saneamento e o envelhecimento da população.
Do Minho ao Alentejo, passando pela região do Grande Porto, Oeste e Ribatejo, os líderes dos principais partidos vão passar hoje o primeiro dia da campanha oficial para as eleições autárquicas na 'estrada'.
Francisco Vieira Carvalho, António Silva Tiago, Maria Clara Lemos, Ana Virgínia Pereira, Silvestre Pereira e António Fontes Maia estiveram no Porto Canal a debater vários temas mas debruçaram-se essencialmente nos transportes, nas contas públicas e no ambiente.
Maria Clara Lemos, candidata do PAN à Câmara Municipal da Maia, defende que “poderia-se ter feito mais” uma vez que “há bons projetos mas falta a implementação efetiva deles”. Afirma que o rio Leça está poluído e “que gostaria de ver reformulado a nível das margens e da limpeza” de forma a criar um “local de lazer para os maiatos”. A candidata afirma ainda que “não se justifica numa cidade como a Maia que a lotação do canil seja feita por abate de animais sem qualquer política de esterilização”.
Silvestre Pereira, candidato do Bloco de Esquerda à Câmara da Maia, defende que “houve uma paragem” desde à quatro anos atrás até agora e que é preciso investir “uns milhões”. Defende “com o dinheiro que sobrou” é necessário apostar na mobilidade e nos apoios aos seniores, indicando como “um problema gravíssimo” na Maia.
Francisco Vieira de Carvalho, candidato do PS/JPP à autarquia da Maia, afirma que foi a autarquia que deixou que Gaia, Valongo e o Porto “passassem à frente” quanto à nova linha do metro. Defende e apresenta que “nos últimos 10 anos faliram cinco empresas municipais” mas que o mau é “os 95 milhões de euros de dívida mais 125 milhões em ações”. O candidato põe ainda em causa a seriedade do atual Presidente António Silva Tiago.
António Fontes Maia, candidato do PPPV-CDC/PPM à autarquia da Maia, afirma que se devia “municipalizar a energia” uma vez que com isso se ganhava oportunidade de “novas fontes de proveitos controlados com o município”, “a criação de emprego qualificado”, o aumento da “descentralização das competências” e “o aproveitamento das capacidades de gestão”. Defende que é possível “triplicar o valor da renda que a EDP paga à autarquia sendo a própria Câmara a controlar a rede”.
António Silva Tiago, atual Presidente e candidato do PSD/CDS-PP à Câmara Municipal da Maia, critica a forma como o candidato Francisco Vieira de Carvalho lhe falou e afirma que “quando ele disse que as empresas faliram isso é mentira”. Justifica indicando que “houve empresas que encerraram a atividade, o que não é a mesma coisa que falir” e que isso aconteceu devido “à legislação que saiu que obrigava a este tipo de empresas fechar”.
Pelas ruas da Maia, as queixas que mais se ouvem são relacionadas com o metro e os autocarros, a falta de médicos em algumas freguesias e ainda os impostos que se pagam hoje em dia.
Ana Virginia Pereira, candidata da CDU à Câmara Municipal da Maia, afirma que “não houve transparência nem respeito pela oposição” uma vez que a autarquia nunca consultou os partidos políticos representados na Câmara “para avaliar o orçamento antes de o apresentar”. Defende que “a maioria chega à Câmara com todas as matérias que levam para ser aprovadas, já aprovadas”, cortando a discussão que deve ser realizada. A candidata indica ainda que “nenhum maiato conhece pela voz da Câmara o que é discutido nas reuniões ordinárias”.
João Gomes, candidato da CDU à Câmara Municipal de Ponte de Lima, concorda com Abel Baptista e afirma que “os jovens não se fixam no concelho porque não há oportunidades de emprego” e que “60% das pessoas não têm emprego formal”. Defende que “a direita nada fez pela educação, até pelo contrário, uma vez que houve um retrocesso enorme” e apresenta valores de “mais de 40% de saída antecipada do ensino superior”. O candidato indica que os valores “envergonham a todos” e que a autarquia tem também de ajudar os jovens através de bolsas de estudo.
Abel Baptista, candidato do PS à autarquia de Ponte de Lima, afirma que Vítor Mendes habitua as pessoas a “um cenário de mentira” uma vez que “não há 2100 e tal postos de trabalho criados em Ponte de Lima mas sim 2100 pessoas do concelho que começaram a trabalhar nos últimos quatro anos, e que trabalham nos mais diversos locais mas moram em Ponte de Lima”. Defende que a taxa de desemprego no concelho desapareceu para níveis muito baixos comparado com o nível nacional” porque “448 pessoas com idade ativa” saíram da cidade. O candidato afirma ainda que “não há emprego qualificado, não há emprego efetivo mas sim pouco e precário”.
Filipe Viana, candidato independente à Câmara Municipal de Ponte de Lima, afirma que “o índice de natalidade é gravíssimo” no concelho sendo que a última vez que “o índice da taxa de mortalidade foi superior à de natalidade foi em 2008”. Quanto à educação defende que dar 250 euros por sala para requalificar “é miserável e vergonhoso”. O candidato diz ainda que “o IMI pode ser discriminado pelas freguesias valorizando assim a discriminação positiva das próprias freguesias”.
Vítor Mendes, atual Presidente e candidato do CDS-PP à Câmara Municipal de Ponte de Lima, afirma que durante este mandato tem “números que o colocam no rumo certo no que ao emprego diz respeito” e que “entre 2013 e 2016” criou mais “2130 postos de trabalho”. Defende que conseguiu esses valores graças a “um conjunto de incentivos que dá aos cidadãos e às empresas”, abdicando de “cerca de 2,6 milhões de euros em receitas”. O atual Presidente diz ainda que “é fundamental” fixar empresas e atrair pessoas.
Manuel Ribeiro da Costa, candidato do PPM à Câmara de Ponte de Lima, ironiza e dá os “parabéns a Vítor Mendes porque ele consegue multiplicar os lotes para vender” uma vez que “sempre que há eleições ele vende centenas de lotes”, “depois não vai é lá ninguém ocupá-los”. Defende que “Paredes de Coura bateu aos pontos Ponte de Lima” no que diz respeito à fixação de empresas e indústrias e que a governação do atual Presidente “faz lembrar o Governo de Sócrates onde era só anúncio e no fim foi o que se viu”. O candidato diz ainda que “anúncios há muitos” mas não há pessoas no concelho.
Ponte de Lima: o lançamento do debate autárquico 2017
Para os habitantes de Ponte de Lima os problemas do concelhos são vários, desde a poluição do rio Lima à falta de cinema da cidade, tal como a criação de emprego e melhores condições de vida.
Manuel Ribeiro da Costa - Promessas
Manuel Barros, candidato do PSD à Câmara de Ponte de Lima, critica os números indicados por Vítor Mendes e garante que “cerca de seis mil pessoas saem diariamente do concelho nos chamados movimentos pendulares para trabalhar noutras zonas do país” o que demonstra que “as políticas de emprego em Ponte de Lima são políticas falhadas”. Defende que os números apresentados pelo atual Presidente “não são credíveis” apresentando assim os números e gráficos que o comprovam.
Matosinhos: o lançamento do debate autárquico 2017
Joaquim Ferreira dos Santos - Promessas
Joaquim Ferreira dos Santos, candidato do BE à autarquia de Matosinhos, diz que "Matosinhos é um concelho envelhecido" uma vez que "desertificaram o centro" da cidade e as pessoas foram "exportadas para zonas completamente inóspitas". Defende que existe uma "necessidade absoluta de criar políticas culturais que levem à criação de novos públicos culturais" e que é também preciso resolver os problemas económicos de Matosinhos, bem tais como a pesca.
João Pedro Rodrigues, candidato da CDU à Câmara Municipal de Matosinhos, afirma que "faz falta estudar o desenvolvimento da economia do concelho nos últimos anos" e que a verdade é que "fomos deixando de produzir, de pescar" e isso "trouxe-nos problemas e vícios na economia de Matosinhos". Defende que não é possível "resolver o problema do emprego sem criar condições para definir aquilo que tem interesse que venha para Matosinhos". O candidato afirma ainda que apesar do investimento realizado nos últimos dez anos “a qualidade e impacto” do mesmo na vida das pessoas “nem sempre sentido da melhor forma”.
Narciso Miranda, candidato independente à Câmara Municipal de Matosinhos, afirma que "ninguém pode estar satisfeito nem ninguém pode dormir descansado com 10% de desempregados" e com a "hemorragia" que houve de pessoas que tiveram de ir para o estrangeiro. Defende que o "envelhecimento progressivo" que o concelho tem passado é "extremamente perigoso" e que as rendas caras foram uma das causas para que isso acontecesse.
Luísa Salgueiro, Jorge Magalhães, Joaquim Ferreira dos Santos, Narciso Miranda, Filipe Cayola, João Pedro Rodrigues e António Parada estiveram presentes no Porto Canal a debater essencialmente questões ligadas ao desemprego, à dívida e ao turismo.
António Parada, candidato independente à autarquia de Matosinhos, afirma que "deixar retirar a indústria do concelho" em vez de fixá-la foi "claramente um prejuízo que hoje será muito difícil de recuperar". Defende que "os jovens foram trabalhar para a Maia e compraram lá habitação", o que em Matosinhos é "insuportável" e daí também "o concelho estar mais envelhecido". Como tal, o candidato afirma que é preciso "definir duas ou três zonas industriais e não ter a indústria de forma avulsa".
Luísa Salgueiro, candidata independente à Câmara de Matosinhos, defende que "Matosinhos tem neste momento uma taxa de desemprego de 9.8%" sendo a "segunda mais baixa da área metropolitana". Quanto à dívida, indica que "agora é de 45 milhões de euros" enquanto que quando "Narciso Miranda era Presidente da Câmara" esta rondava os "60 milhões de euros". A candidata afirma assim que "Matosinhos é um concelho de progresso" e onde "as pessoas gostam de estar" e que "a autarquia não fez tudo bem mas o principal foi bem feito”.
Jorge Magalhães, candidato do PSD à Câmara de Matosinhos, afirma que "durante 40 anos a gestão autárquica andou a empurrar os problemas e só agora é que olharam para eles com olhos de ver" e como tal "estão a sentir na pele os erros que cometeram". Defende que "alguns problemas foram resolvidos mas a maior parte deles estão por resolver". O candidato diz ainda que houve um "não ligar às freguesias interiores do concelho em favor do litoral".
Jorge Morais, candidato do PAN à autarquia de Aveiro, concorda com a questão do distanciamento da autarquia com os aveirenses indicada por Manuel Oliveira de Sousa e que "há associações de abrigos que têm feito um trabalho que a Câmara não tem feito". Defende que "a transparência e a participação cívica têm sido um pouco um bloqueio do poder nos últimos quatro anos" e que "não pode ser só os números".
Nelson Peralta, candidato do Bloco de Esquerda à Câmara de Aveiro, afirma que "este é o momento de virar a página" mas que "nunca se devia ter chegado aqui". Defende que "o plano de austeridade que pomposamente chamam de plano de ajustamento municipal, que foi aprovado pelo PSD e pelo PS, aumentou os impostos para a máxima em Aveiro ao mesmo tempo que reduziu os serviços públicos e obriga a privatizações". O candidato afirma ainda que esta "não é uma situação admissível para Aveiro".
Autocarros turísticos, alojamento local e obras são os temas mais criticados e falados pelas vozes aveirenses.
Manuel Oliveira de Sousa, candidato do PS à Câmara Municipal de Aveiro, afirma que a cidade "em relação a um conjunto de serviços essenciais, como é o caso dos transportes, perdeu" e que "é preciso pôr as pessoas a participar de uma forma direta" . Defende que a Câmara apresentou "um distanciamento com os aveirenses nos últimos anos" e que isso foi uma "opção" de Ribau Esteves. O candidato indicou ainda que "tudo aquilo que seja apertar com a austeridade, como Aveiro sentiu nos últimos anos, dificulta a vida às pessoas".
Miguel Viegas, candidato da CDU à autarquia aveirense, afirma que faz "um balanço muito negativo" dos últimos quatro anos e que "não falta obra em si" mas sim "a falta de obras" que Ribau Esteves prometeu. Defende que "foram feitas promessas perfeitamente impossíveis de cumprir" e que "não chega vir aqui com um sorriso pepsodent e esperar que isso seja suficiente para resolver a situação descontente dos aveirenses". O candidato indica ainda que foram feitos "acordos ruinosos com a REFER e relacionados com o estádio de Aveiro", que "deviam ter sido renegociados", e que "Aveiro são 10 freguesias que carecem de atenção".
Ribau Esteves, atual Presidente da Câmara Municipal de Aveiro e candidato do PSD/CDS-PP, afirma que conseguiu "arrumar a casa e organizar a Câmara" e que 1/3 da dívida já está paga. Defende que "a Câmara devia a 1200 empresas, indivíduos, associações e juntas de freguesias" mas que "tudo isso está na devida ordem". Diz que desde fevereiro deste ano que a autarquia começou a "cumprir a lei dos compromissos" e que agora tem "40 milhões de euros em fundos comunitários para fazer uma série de obras na educação, na saúde e na qualificação urbana". O candidato defende ainda que Aveiro é agora "crescente e forte".
A dívida da autarquia, os transportes e o parque de estacionamento foram alguns dos temas refletidos no debate de Aveiro entre Manuel Oliveira de Sousa, Ribau Esteves, Miguel Viegas, Nelson Peralta e Jorge Morais.
Aveiro: o lançamento do debate autárquico 2017
Ricardo Rio, atual Presidente da Câmara Municipal de Braga e candidato do PSD/CDS-PP, afirma que "só no dia 1 de outubro é que os bracarenses vão expressar a sua opinião sobre aquilo que é o desempenho do executivo". Defende que "o trabalho que se nota hoje e o resultado que se sente no âmbito económico, social, cultural, patrimonial e ambiental é fruto da intervenção da coligação" e em resposta à candidata Paula Nogueira, Ricardo Rio explica que "existe um plano de desenvolvimento social municipal e intermunicipal" e que com este investiu nas lacunas e reduziu assim "mais de sete mil desempregados".
Miguel Corais, Ricardo Rio, Carlos Almeida, Paula Nogueira e Armando Caldas debateram no Porto Canal temas como a "desilusão" dos últimos quatro anos, a conta da água, a transparência da autarquia e a falta de espaços verdes.
Carlos Almeida, candidato da CDU à Câmara Municipal de Braga, defende que "há uma desilusão muito grande junto de uma massa eleitoral que confiou o seu voto à candidatura de Ricardo Rio, acreditando numa mudança" e que tal não aconteceu. O candidato falou ainda do trabalho da CDU ao longo dos últimos quatro anos e afirma que este "é reconhecido pela generalidade das pessoas que acompanham a vida política local".
Paula Nogueira, candidata do Bloco de Esquerda à autarquia de Braga, afirma que "há muita coisa fora do sítio" em Braga e que Ricardo Rio "pinta um cenário bastante cor-de-rosa daquilo que foram estes quatro anos". Defende que a coligação "não cumpriu uma série de propostas que eram estruturantes para a vida da cidade" e que "não recuperou a confiança" da população. A candidata indica ainda que "se perdeu muito tempo numa diplomacia económica e a promover empresas que criam trabalho precário", o que contraria as ideias que Ricardo Rio afirma do "município de Braga como município socialmente responsável".
Armando Caldas, candidato independente à Câmara de Braga, afirma que "Ricardo Rio herdou a Câmara na fase de declínio do chamado mesquitismo" e que houveram muitas expectativas mas a verdade é que "a cidade cresceu mal, não tem espaços verdes, e continua o trânsito caótico". Defende que "ficou tudo na mesma" e que "aquilo que se esperava que Braga conseguisse dar o salto e inverter a decadência e o declínio da gestão do Partido Socialista, não aconteceu".
Miguel Corais, candidato do PS à Câmara Municipal de Braga, afirma que "o que se sente em Braga é um sentimento e uma necessidade de uma mudança" e que até os slogans da coligação de direita evocam "mudança" e que nem ela está satisfeita com a mudança que fez. Apresentou ainda os projetos e iniciativas que o PS fez, dando ênfase à compra e requalificação do Teatro Circo. Quanto ao balanço dos últimos quatro anos o candidato indica que Ricardo Rio "não cumpriu os objetivos" propostos.
Nas ruas de Vila do Conde as queixas que mais se ouvem são acerca do preço da água e do IMI. Ninguém está satisfeito, nem os pescadores que reclamam a ilha de areia que se encontra na barra.
Vila do Conde: o lançamento do debate autárquico 2017
Elisa Ferraz, atual Presidente da Câmara de Vila do Conde e candidata independente, afirma que ela e o Presidente da Câmara Municipal da Póvoa de Varzim estão em "sintonia completa" e que "pertencem à mesma comissão de apoio ao centro hospitalar", confrontando assim as declarações de Constantino Silva. Indica ainda que "têm um compromisso do Ministério da Saúde de obras de intervenção e requalificação para o centro hospitalar" que já existe na Póvoa de Varzim, coisa que o candidato do PSD/CDS-PP indicou como "um remendo". Esta "é a única porta que o Governo abriu" defendeu a candidata.
António Louro Miguel, candidato do Bloco de Esquerda à autarquia de Vila do Conde, afirma que "quem quebrou o uníssono quanto à ideia da construção do novo centro hospitalar foi a Dra Elisa quando desistiu da ideia e começou a pensar em transferir o hospital de Vila do Conde para os Hospitais Senhor do Bonfim". Indica que "também o Presidente da Câmara Municipal da Póvoa de Varzim não contribuiu muito para a construção do novo centro hospitalar", obra que o candidato apoia mas que não esteve presente nas manifestações porque "a questão da ampliação nã o estava suficientemente esclarecida". Quanto ao local projetado para o novo centro hospitalar, afirma que deve ser alterado para um "lugar em Regufe", na Póvoa de Varzim, uma vez que "há muitos acessos e está bem serviço de transportes públicos".
António Caetano, candidato do PS à Câmara de Vila do Conde, defende que se deve continuar a "reivindicar a construção do novo centro hospitalar" e que existe força política para isso. Indica que também esteve com o Ministro da Saúde e que este afirmou que "as duas próximas prioridades, no que diz respeito a centros hospitalares, seriam o de Vila do Conde/Póvoa de Varzim e o do Algarve". Como tal, o candidato afirma que "é possível" e que tem de ser "exigindo ao Governo da República a construção do novo centro hospitalar".
Constantino Silva, candidato do PSD/CDS-PP à autarquia de Vila do Conde, afirma que esteve com o Presidente da Associação Regional de Saúde do Norte e que este lhe disse que "enquanto a Dra Elisa andar a divergir-se do Presidente da Câmara da Póvoa de Varzim" não há hospital. Indica ainda que Elisa Ferraz e António Caetano "retiraram do Plano Plurianual do Investimento do ano passado as vias de acesso e as infraestruturas para o dito local que poderia ser o hospital, o que quer dizer que entre eles também não se entenderam e não souberam bater o pé".
Constantino Silva, candidato do PSD/CDS-PP à Câmara de Vila do Conde, afirma que quando Elisa Ferraz indica que baixou a dívida "esquece-se de dizer que teve mais receitas", que até quase duplicou, e que houve "investimento que não foi feito". Apresenta dados e números que demonstram que houve mesmo diminuição no investimento e termina a dizer que no final de 2016 "Elisa chega com sete milhões de euros mas devido ao não investimento que fez". Ou seja, "o não investimento com o acréscimo das receitas devido ao IMI levou a que as contas se equilibrassem". O candidato diz ainda que "há freguesias em Vila do Conde que não têm qualquer rede de saneamento" e que isso tem de acabar, bem como a fatura da água que é considerada a "terceira mais cara do distrito do Porto".
Pedro Martins, candidato da CDU à Câmara Municipal de Vila do Conde, indica que o "PAEL foi castrador" e que para quem não percebe estes termos "o PAEL é uma espécie de uma troika para as autarquias". Defende que o PAEL só foi para a cidade porque Elisa Ferraz e António Caetano "levaram a situação económica da autarquia à insolvência" e que foi graças a ele que foram aplicadas as taxas máximas aos impostos. Quanto à descida do IMI o candidato afirma que foi apenas de "0,02% e que isso são trocos".
Elisa Ferraz, atual Presidente da Câmara Municipal de Vila do Conde e candidata independente, defende que o projeto que assumiu nos últimos quatro anos e que pretende continuar "é um projeto de rigor e exigência relativamente áquilo que são as finanças municipais". Afirma que a Câmara não contraiu "nenhum empréstimo de 25 milhões de euros" mas que fizeram "uma substituição de dívida", o que permitiu "pagar o empréstimo que estava feito ao PAEL" e assim libertar-se dele. A atual Presidente relembra ainda que Vila do Conde apresentou-se como "o primeiro executivo que fez uma diminuição significativa nos impostos" e que "a dívida a nível do PAEL ronda os 31 milhões de euros", acrescendo ainda outros empréstimos.
António Louro Miguel, candidato do Bloco de Esquerda à autarquia de Vila do Conde, afirma que "não devia ter acontecido a necessidade de recorrer ao PAEL" e que "não houve nenhum rigor antes". Defende que a Câmara pouco teve de fazer uma vez que foi só "esperar que os vilacondenses pagassem as taxas e os impostos elevados" e que "o rigor está nas famílias que tiveram de suportar o encargo da má governação de Elisa Ferraz e António Caetano". O candidato diz ainda que o "que é também de lastimar é como é que se chega a uma situação 10,1 milhões de euros" uma vez que é "receita arrecadada sem objeto", o que faz de um vilacondense "um mero contribuinte".
Pedro Martins, candidato da CDU à Câmara Municipal de Vila do Conde, afirma que o que Elisa Ferraz quer "é um acordo sim com o privado e não a construção do público" e que o PS "chora muitas lágrimas de crocodilo pelo hospital público" mas que "não deixou de inaugurar o hospital privado com o então Primeiro-Ministro Passos Coelho". O candidato critica Constantino Silva que "diz que vai para a rua com a população" mas a verdade é que nenhum dos restantes quatro candidatos esteve presente em nenhuma das manifestações realizadas. Defende que "o hospital tem de ser construído nos moldes que estão previstos e no local que está previsto".
António Caetano, candidato do PS à Câmara Municipal de Vila do Conde, afirma que "o PAEL é uma oportunidade da lei de execução orçamental do ano de 2012" e que graças a ele "o concelho passou por um processo de infraestruturação muito significativo". Depois de invocar exemplos de investimentos, o candidato defende que "é natural que se tenha que ter recorrido à Banca para financiar" e que "estes quatros anos demonstram a assertividade da decisão em 2012". Quanto à "operação de substituição de dívida" diz que é também "resultado da lei de execução orçamental do ano 2017, que prolonga no tempo o pagamento da dívida" permitindo assim uma diminuição do "esforço".
António Caetano, Constantino Silva, Pedro Martins, Elisa Ferraz e António Louro debateram no Porto Canal temas como o IMI, a fatura da água e a construção de um novo centro hospitalar.
Manuel Machado, atual Presidente da Câmara Municipal de Coimbra e candidato do PS, afirma que "Coimbra é mesmo uma encantada e fantástica cidade" e que "os conimbricenses têm orgulho". O Presidente apresenta diversos investimentos que já fez "com determinação" e relembra os nove milhões que a Câmara investe por ano nos transportes. Indica ainda que vai recuperar a ecovia e que apesar "do muito trabalho que ainda há por fazer, há muito que já está feito" e que a cidade está "muito melhor".
Coimbra: o lançamento do debate autárquico 2017
José Manuel Silva, candidato independente à Câmara Municipal de Coimbra, afirma que a cidade tem "graves problemas estruturais que não estão a ser resolvidos" e que "não há nenhuma pessoa no concelho que não se queixe da Câmara". Defende que é preciso mudar a liderança uma vez que a autarquia "tem trabalhadores excepcionais mas que são asfixiados na sua capacidade de trabalho pela liderança" de Manuel Machado. O candidato diz ainda que existe uma "burocracia extraordinariamente excessiva".
Jaime Ramos, candidato do PSD/CDS à Câmara de Coimbra, afirma que tem "muito respeito por Manuel Machado" mas que "é evidente que depois do 25 de Abril nunca houve um mandato tão mau, tão incapaz e tão ineficiente como aconteceu nos últimos quatro anos". Defende que por isso é que o atual Presidente "termina o mandato com 34 milhões de euros na tesouraria" e que neste ano se tornou o "Pai Natal com a distribuição dos dinheiros a tudo aquilo que mexe". Afirma ainda que "o espírito autocrático" de Manuel Machado é sempre o mesmo sendo que "não se dá bem com as instituições e freguesias que discordem dele".
Vítor Marques, candidato do PAN à Câmara Municipal de Coimbra, considera que a fonte que foi criada no meio do rio "não tem muita utilidade para a população" e que esse dinheiro do município deveria ter sido usado na recuperação de espaços verdes como o é o caso do parque verde que foi encerrado devido a descargas da barragem.
Jorge Gouveia Monteiro, candidato à Câmara Municipal de Coimbra, afirma que a autarquia "zanga-se com toda a gente com facilidade" e que isso faz parte do "estilo de Manuel Machado". Defende que a forma de governar e "dominar" do atual Presidente "consiste em dizer a tudo o que é movimentos que se querem alguma coisa da Câmara têm que vir comer à mão" e que "não aprova nada que não parta dele". O candidato critica ainda a gestão do Convento de São Francisco sendo que esta está a ser feita "de forma leviana", propondo assim que a gestão passe para uma empresa municipal "que preste contas".
Francisco Queirós, candidato da CDU à autarquia de Coimbra, afirma que "um dos defeitos enormes" da governação de Manuel Machado é o seu "centralismo asfixiante" e a "enorme dificuldade que os cidadãos têm em chegar à fala com o Presidente". Defende que Machado "não abre as portas à cidade", coisa que o seu partido não concorda, sendo que é preciso "portas abertas" para criar Coimbra "mais célebre, eficaz e com melhores respostas".
A gestão do Convento de São Francisco, a construção de um aeródromo comercial e a governação dos últimos quatro anos foram os temas debatidos por Manuel Machado, Jaime Ramos, Francisco Queirós, Jorge Gouveia Monteiro, José Manuel Silva e Vítor Marques no Porto Canal.
Vieira da Cunha, candidato do PDR à autarquia de Vila Nova de Gaia, defende que Gaia está "parada no tempo do ponto de vista económico" e que "perdeu importância no contexto da região do Norte". Afirma que "todos os dias há uma emigração de milhares de pessoas de Gaia para o Porto" graças à falta de "uma economia pujante" e como tal o seu projeto é "reativar industrial" a cidade. O candidato diz ainda que quando os turistas vão a Gaia não sabem que lá estão e que a cidade deve "virar as costas ao Porto e voltar a cooperar com concelhos do Sul".
Renato Soeiro, candidato do Bloco de Esquerda à Câmara de Gaia, afirma que a mobilidade "é um dos temas fundamentais" para a cidade uma vez que a maioria das pessoas se queixa desse assunto. Defende a criação de um projeto onde exista um barco que sirva Crestuma, Avintes e Oliveira do Douro até ao centro do Porto, sendo que é "a forma mais agradável e rápida". O candidato diz ainda que o grande problema é que "os transportes são muito vocacionados para escoar a população para o Porto" e que é preciso mais horários e também fazer-se "tudo com a STCP".
Eduardo Vítor Rodrigues, José Cancela Moura, Mário David Soares, Pedro Ribeiro de Castro, Renato Soeiro, Marisa Ribeiro e Vieira da Cunha debateram ideias sobre os últimos quatro anos da autarquia e as ideias futuras sendo que os temas principais foram a dívida da autarquia e a vontade de Vila Nova de Gaia "virar as costas" à cidade do Porto.
Vila Nova de Gaia: o lançamento do debate autárquico 2017
Marisa Ribeiro, candidata do PTP à Câmara Municipal de Vila Nova de Gaia, afirma que "os gaienses têm sido esquecidos" e que os restantes candidatos só querem saber de números e não das pessoas. Defende que "a era do Dr. Meneses já terminou" e que é preciso aproveitar e "dar luz" a Vila Nova de Gaia. A candidata diz ainda que só ouve "as cartilhas dos partidos" e que no final de contas "Gaia é um oásis que vive às escuras".
Pedro Ribeiro de Castro - Promessas
Entre os gaienses muitos se queixam do mesmo: os transportes. A nível da mobilidade, os contrastes entre as freguesias e o centro da cidade de Gaia são muitos e há até quem diga que "o interior de Gaia está muito pobre". Há também quem se queixe dos parques de estacionamento pagos e das obras inacabadas.
Promo do debate autárquico de Vila Nova de Gaia no dia 8 de setembro 2017
José Cancela Moura, candidato do PSD/CDS-PP à Câmara de Gaia, diz que "aquilo que existe em Gaia é uma dívida de gratidão e não uma dívida financeira". Defende que "o que era de Homem e muito importante era fazer uma auditoria à Gaianima" e que o atual Presidente "deverá estar preocupado porque tem na lista concorrente à Câmara dois ex-administradores da Gaianima, que foram eles próprios autores materiais da gestão da empresa". O candidato afirma ainda que se gastou "34 milhões num saneamento financeiro que corresponde ao dobro da necessidade que poderia existir para indemnizações de processos judiciais" e que Gaia é então "o município que mais se endividou no país em 2016 com 41 milhões de euros".
Mário David Soares, candidato da CDU à Câmara Municipal de Vila Nova de Gaia, afirma que a dívida "foi sempre motivo de preocupação" sendo que votou sempre "contra os orçamentos que criavam esta situação", considerando-se assim "uma voz isolada a denunciar e solicitar uma auditoria às contas da Câmara". Defende que o importante "era que houvesse uma auditoria independente que responsabiliza-se quem tem de ser responsabilizado". Uma vez que a auditoria não se realizou o candidato em conjunto com o restante partido enviou para a Inspeção Geral das Finanças os dados que possuíam, para "que fosse feita a inspeção".
Pedro Ribeiro de Castro, candidato do PAN à Câmara de Gaia, defende que o seu partido "pretende acima de tudo criar uma sociedade mais consciente em termos éticos e ambientais, mais participativa e mais democrática". Afirma que "estes valores, em pleno século XXI, são bastante importantes" e como tal pretende "dignificar a vida e a existência de todos", coisa que o município de Gaia tem feito "timidamente".
Eduardo Vítor Rodrigues, atual Presidente e candidato do PS à Câmara Municipal de Gaia, considera as declarações de Cancela Moura "absolutamente absurdas e ignorantes" indicando que lhe falta estudar o dossiê, coisa que se tivesse feito não teria dito certas coisas. Afirma estar "absolutamente convencido que o advogado Cancela Moura esteve de acordo com o plano de saneamento financeiro" mas que percebe que agora o candidato Cancela Moura já não esteja de acordo. Quanto às Águas de Gaia o atual Presidente diz que "quando foi preciso pagar avenças milionárias de 140 mil euros por ano a assessores foram essas mesmas Águas de Gaia que pagaram". Já acerca da redução de 30 milhões de euros no valor da dívida, Vítor Rodrigues explica que esse montante foi uma venda entre "marido e mulher", ou seja "entre a Câmara e as Águas".
Eduardo Vítor Rodrigues - Promessas
Antonino Sousa, candidato e Presidente atual da Câmara Municipal de Penafiel, acredita que os penafidelenses "vão reconhcer o trabalho feito" pela autarquia, mesmo com tempos conturbados como os anos da troika. O Presidente da Câmara contesta os defeitos apontados pelos opositores visto que para ele o mandato foi "extraordinariamente positivo".
André Ferreira, candidato do PS à Câmara de Penafiel, afirma que o projeto de Antonino Sousa se esgotou porque tem tem 16 anos e já teve "tempo mais do que suficiente" para o exercício de funções públicas e políticas e que é tempo de mudar porque Penafiel é um concelho com 'pedigree'.
Carlos Guerra, Hernâni Dias, Francisco Pinheiro, António Morais, José Freire e Manuel Vitorino estiveram a debater no Porto Canal e "desertificação" foi a palavra mais usada seja no
investimento, na água, na mobilidade ou no emprego.
Eva Coelho, candidata do Bloco de Esquerda à Câmara de Penafiel, afirma que a coligação de Antonino Sousa está há "imensa tempo" no poder e que existe uma necessidade de mudar de políticas para haver igualdade em todo o concelho, porque Penafiel " não é só o centro da cidade".
José Freire, candidato do Bloco de Esquerda à Câmara de Bragança, diz que "o despovoamento advém da política de Hernâni Dias” que criou um "desacreditar e uma retirada de bem-estar a quem trabalha na retirada de alguns direitos". Defende ainda que se não for criado rendimento e "segurança no emprego as pessoas não se fixam". O candidato indica ainda que também "a falta de habitação social leva as pessoas a ir embora".
Vitorino Silva, candidato independente à Câmara de Penafiel, diz que estudou muito a sua candidatura e foi por se identificar com os penafidelenses que se candidata na sua terra. Vitorino diz que Penafiel precisa de uma "voz que se ouça em Lisboa".
António Morais, candidato da CDU à Câmara Municipal de Bragança, afirma que o grande problema que a cidade atravessa "é a desertificação". Defende que "a fuga constante de pessoas resulta da incapacidade de fixação" e que tem de haver "uma partilha que tem de ser assumida pelo poder central com forte investimento e criação de serviços". O candidato critica ainda o atual Presidente indicando que não existe planeamento nem visão estratégica para a região.
Manuel Vitorino, candidato do PDR à Câmara de Bragança, afirma que para as pessoas se fixarem é preciso "condições de fixação", coisa que a cidade não tem, começando pela falta de mobilidade. Defende que é preciso exigir ao Governo central que não haja "discriminação negativa para Bragança" e indica que os números indicados pelo atual Presidente sobre a fixação de empresas são "fictícios" e que este "não conhece a realidade do bragançano”. O candidato revela ainda que "a Câmara de Bragança está perto da ruptura financeira” sendo que existem cerca de 30 processos avaliados em 15 milhões de euros.
Mário magalhães, candidato independente à Câmara de Penafiel, afirma que os penafidelenses têm nas mãos a "opção de ruptura" com um projeto que "foi bom", mas que "se esgotou". O ex dirigente social democrata quer fazer de Penafiel "a terra de oportunidades" através da captação de investimento e terminar com a emigração dos jovens.
Bruno Sousa, candidato da CDU, salienta que o culpado da forte emigração que atinge Penafiel foi o Governo PSD/CDS que têm também representação em Penafiel.
Debate entre os candidatos à autarquia de Bragança no Porto Canal dia 7 de setembro de 2017 às 20h30
Francisco Pinheiro, candidato do CDS-PP à Câmara de Bragança, afirma que a governação de Hernâni Dias ao longo dos últimos 20 anos "tem conduzido o concelho para uma situação de desertificação pela falta de visão estratégica e de investimentos", de forma a que a cidade seja mais atrativa. Lembra ainda que "nos últimos quatro anos perderam-se 1000 residentes no concelho de Bragança". Francisco Pinheiro propõe a “devolução dos 5% do IRS que a Câmara Municipal pode prescindir em favor cidadãos”.
Carlos Guerra, candidato do PS à Câmara Municipal de Bragança, afirma que os bragançanos devem estar "surpreendidos com a realidade apresentada pelo candidato Hernâni Dias" uma vez que, segundo os dados do INE, o saldo líquido dos últimos quatros anos acerca de fixação de empresas em Bragança é de 14 empresas e não de mais de 40, como indicou o atual Presidente. Indica ainda que "de outubro de 2013 a julho de 2017 encerraram em Bragança 307 empresas”, o que demonstra que a política que tem sido seguida “claramente não funciona”.
Bragança: o lançamento do debate autárquico 2017
Hernâni Dias, atual Presidente da Câmara Municipal de Bragança e candidato do PSD, contesta as críticas dos restantes candidatos e apresenta gráficos que mostram números como a criação de "310 novos postos de trabalho do ano de 2013 para 2014” e de “mais 329 novas empresas em Bragança". Defende que tem tomado boas medidas e que "têm dado bom resultado" apesar de querer mais gente no concelho. Quanto à acusação de Manuel Vitorino, o candidato afirma que "são processos que estão em contencioso e que serão resolvidos” e que não afetam o orçamento.
Parece que a desertificação não andou só 'na boca' dos candidatos à Câmara Municipal de Bragança mas também na 'boca do povo'. Mais pessoas, mais vida e mais investimento, são estes os principais pedidos dos bragançanos.
André Ferreira, Antonino de Sousa, Bruno Sousa, Eva Coelho, Mário Magalhães e Vitorino Silva participaram num debate do Porto Canal onde os temas mais falados foram o desemprego, a emigração e a construção da IC35.
Em Penafiel a população quer respostas para questões de saneamento, de desemprego e obras públicas. No entanto a questão que ainda paira no ar, como um fantasma que teima em não desaparecer, é a IC35, vai para a frente ou não?"
Pós-debate Autárquicas Viana do Castelo 2017
Pré-debate Autárquicas Viana do Castelo 2017
Cláudia Marinho, candidata do CDU à Câmara de Viana, afirma que para ela a situação indicada no "pacto" proposto por José Maria Costa "é de todo desconhecida". Defende que "quem está em contacto diariamente com as populações", tal como a candidata, percebe que o principal "problema dos habitantes que moram longe da cidade" é a falta de transportes públicos que existe até ao centro de Viana do Castelo. Afirma assim que "devem ser criadas condições".
Ilda Araújo Novo, candidata do CDS-PP à Câmara de Viana do Castelo, contesta a opinião do atual Presidente e indica que "o orçamento da Câmara desde 2010 nunca foi inferior a 55 milhões de euros e que o montante atual é de 74 milhões de euros". Defende que "o dinheiro que se gastou na praia Norte" foi mal gasto e que apenas serve atualmente para fazer "inveja a qualquer pessoa do Rio de Janeiro" uma vez que, na opinião da candidata, era muito mais importante gastar "esse dinheiro para resgatar os contratos de concessão e tornar a cidade mais atrativa”.
Luís Louro, candidato do BE à Câmara de Gondomar, contesta os números indicados por José Maria Costa sobre o saneamento em Viana do Castelo onde o Presidente indica que existe 78% de cobertura, afirmando que "é muito fácil jogar com os números" uma vez que desses 78%, 90% refere-se à cidade. O candidato do BE concorda com Hermenegildo Costa quando este indica que "o saneamento está muito incompleto" e indica "temos 1/4 do território coberto por saneamento e 3/4 por cobrir".
Hermenegildo Costa, candidato do PSD à Câmara de Viana do Castelo, afirma que "57% das freguesias" da cidade não têm saneamento e que "da freguesia de Serreleis a Lanheses não há nem um metro de saneamento". O candidato indica que Lanheses tem uma cobertura de 48% e que toda esta questão "não está bem", demonstrando-se até desanimado uma vez que percebe que "as pessoas podem passar sem um carro mas que não podem nem devem passar sem esta infraestrutura".
Cláudia Marinho, candidata da CDU, afirma que foi também graças à "persistência" da CDU que conseguiram travar um pouco do estacionamento pago em Viana do Castelo. Defende que se houver um regresso das concessões "vai dificultar bastante a vida dos vianenses e do comércio" e que a oposição vai assumir um papel de fiscalizadora e construtiva. A candidata diz ainda que "o Presidente pegou na ideia da CDU (de fazer paragem comercial do comboio Celta em Viana do Castelo) e levou avante", sendo que os créditos da iniciativa são do seu partido.
José Maria Costa, atual Presidente da Câmara Municipal de Viana do Castelo e candidato do PS, indica que quanto ao saneamento da cidade "ainda não está tudo feito" mas que neste mandato fez "54 quilómetros de redes de água e 29 quilómetros de saneamento", o que dá uma evolução de 67% para 78%. Indica que foi "um avanço" mas que quer mais e que se não fosse "o atraso do Portugal 2020 e do Norte 2020" a candidatura da água e do saneamento já tinha sido aprovada mais cedo.
Os vianenses querem obras públicas mas mais importante ainda querem resposta concretas para a solução do estacionamento.
José Maria Costa, Hermenegildo Costa, Ilda Araújo Novo, Cláudia Marinho e Luís Louro estiveram a debater no Porto Canal desde as portagens do Neiva na A28, ao IMI e ao saneamento e abastecimento de água.
José Maria Costa, atual presidente da Câmara Municipal de Viana do Castelo e candidato do PS, propôs a todos os candidatos um pacto onde o objetivo é "promover uma avaliação da reforma administrativa das freguesias" da cidade, uma vez que "a reforma que foi feita foi altamente penalizadora para os cidadãos". O candidato indica que a reforma é "para melhorar a vida do quotidiano dos cidadãos e para aproximar o poder autárquico das pessoas, não para criar dificuldades".
Hermenegildo Costa, candidato do PSD à autarquia de Viana do Castelo, refere que "há de facto, em relação às freguesias, algo que é preciso fazer" e que "quem vive numa freguesia tem os mesmo direitos de uma pessoa que vive, por exemplo, na cidade". Afirma que faltam "infraestruturas e apoios" e que como tal não tem "dúvidas nenhumas de subscrever (o pacto proposto por José Maria Costa) e de ser um elemento cooperante numa estratégia desse género".
Luís Louro, candidato do BE à Câmara Municipal de Viana do Castelo, realça o "bom trabalho" do atual presidente sobre o investimento, a diminuição do desemprego e as escolas. Quanto ao "pacto proposto" relembra que o Bloco de Esquerda esteve na Assembleia Municipal e "também votou contra a proposta da fusão das freguesias", que ainda agora consideram como "artificial". O candidato afirma que "está disponível para participar desse pacto" mas que não está disponível para "redesenhar o mapa", sendo que as freguesias “valem por si”.
Ilda Araújo Novo, candidata do CDS-PP à Câmara Municipal de Viana de Castelo, relembra que o atual Presidente José Maria Costa "fez parte das pessoas que não repugnou para que houvesse uma alternativa para a proposta (de fusão de freguesias). Afirma que finalmente o Presidente percebeu "a artificialidade na associação de algumas freguesias" que a própria candidata concorda que "deveriam ser redesenhadas” e defende ainda que se Viana do Castelo tem "um problema sério em fixação das pessoas e no poder de compra há que fazer alguma coisa”. A candidata diz ainda que devem ser tomadas “atitudes que tenham impacto imediato na vida das pessoas”.
Rui Nóvoa, candidato à Câmara Municipal de Gondomar, afirma que "há uma dívida que foi mal feita" por causa das "privatizações", do "problema das contas das obras da ETAR em S. Pedro da Cova" e do "mercado da Areosa" e que "isso tem de ser esclarecido e resolvido". O candidato diz ainda que "o executivo fez mal em não ter tomado medidas mais profundas no sentido de um apuramento concreto de responsabilidades civis ou criminosas".
Daniel Vieira, candidato da CDU à Câmara de Gondomar, afirma que a declaração de Marco Martins sobre ninguém ter denunciado os resíduos em S. Pedro da Cova "não é verdade" e que "o assunto foi silenciado pelas entidades políticas". Defende que o assunto "assumiu um mediatismo" através dos meios de comunicação social, incluindo o Porto Canal que "teve um papel decisivo nesta matéria". O candidato diz ainda que "se há contaminação isto não é um problema de S. Pedro da Cova nem de Gondomar mas sim da região”.
Rafael Amorim, candidato à Câmara Municipal de Gondomar, afirma que o candidato do PS indica que "reduziu 50 milhões de euros à dívida" mas que "os documentos que existem oficiais da Câmara Municipal de Gondomar, aprovados em Assembleia Municipal de Gondomar, não nos dão esses valores". O candidato propõe "um pacto para reduzir a dívida de uma forma sustentada e acima de tudo de uma forma que não coloque em causa as prestações sociais que vão ser entregues aos gondomarenses". Indica ainda que “de acordo com os cálculos” que tem e “de acordo com os documentos oficiais da Câmara Municipal de Gondomar”, fala-se de uma redução “que andará à volta dos quatro, cinco milhões de euros, se tanto”.
Daniel Vieira, candidato da CDU à Câmara Municipal de Gondomar, afirma que "tanto o PS como o PSD têm responsabilidades na questão da dívida no concelho". Defende que a "herança negativa que Gondomar tem hoje é mais do que a questão da dívida" indicando assim a privatização da água e a concessão da recolha do lixo, apelidados como "contratos ruinosos que a Câmara fez".
Daniel Vieira, Marco Martins, Rafael Amorim e Rui Nóvoa estiveram em debate no Porto Canal e falaram sobre diversos temas, bem como a dívida da autarquia, os resíduos de S. Pedro da Cova e o alargamento das linhas do metro.
Rui Nóvoa, candidato do Bloco de Esquerda à Câmara de Gondomar, diz que "a afirmação do candidato do PSD, Rafael Amorim, sobre o metro é revelador de que ele não tem conhecimento de qual é realmente a prioridade". Defende que "o que é prioritário neste momento não é dar continuação de Fânzeres até ao centro de São Cosme" mas sim "resolver o problema do transbordo de onde o metro termina até a Avenida Carvalho". Afirma ainda que "o prioritário no metro é a linha de Campanhã a São Cosme".
Marco Martins, atual Presidente da Câmara Municipal de Gondomar e candidato do PS, diz que os resíduos em S. Pedro da Cova são "um problema com mais de uma década que começou a ser resolvido agora". Afirma que a remoção executada pelo Governo anterior "não chegou" e que a autarquia "já lançou e está em concurso público a remoção restante daquilo que são os resíduos". O atual Presidente garante que "no próximo ano o problema ficará em definitivo resolvido".
Rafael Amorim, candidato do PSD à Câmara de Gondomar, afirma que "não foi a Câmara nem a Junta que resolveram" o problema dos resíduos em S. Pedro da Cova mas sim "um Governo do PSD/CDS que iniciou" o processo de limpeza. Indica que foi "José Sócrates, enquanto Ministro do Ambiente, que autorizou a deposição" dos resíduos mas que agora o importante é "que o atual Governo retire o mais rapidamente aqueles resíduos" de S. Pedro da Cova. O candidato afirma convictamente que não vai "chorar pelo passado” mas sim “resolver o passado para projetar o futuro”.
Rui Nóvoa, candidato do Bloco de Esquerda a Gondomar, afirma que "falando com os gondomarenses" todos sabem que "Valentim Loureiro é o grande responsável (pela poluição em S. Pedro da Cova) porque autorizou que no seu território fossem depositados resíduos tóxicos". O candidato considera a decisão como "um atentado criminoso contra a população" e espera que não existiam "problemas de saúde nos próximos tempos". Rui Nóvoa defende ainda que "as questões ambientais de Gondomar vão para além dos resíduos de S. Pedro da Cova”.
Rafael Amorim, candidato do PSD à Câmara de Gondomar, defende que a sua prioridade é apenas uma: "as pessoas". Afirma que é um objetivo e não "uma frase feita" e propõe "um pacto de regime de forma aberta, publicitada e transparente". O candidato refere ainda que "nunca houve condições tão boas para o metro ser colocado de Fânzeres a São Cosme como agora" e que é possível fazer "uma renegociação de parte do empréstimo que permitisse alugar ou alocar os 50 milhões de euros para esta obra, que é tão essencial e fundamental para Gondomar”.
Marco Martins, candidato do PS e atual Presidente da Câmara de Gondomar, concorda com Rui Nóvoa na questão do metro e afirma que "nunca defendeu o prolongamento de Fânzeres até São Cosme" uma vez que a viagem do largo do Souto até ao centro da cidade do Porto demoraria 52 minutos. Defende assim que deve haver "uma linha direta do largo do Souto, passando pelo Hospital Escola da Universidade Fernando Pessoa e por Valbom, até Campanhã".
Marco Martins, atual Presidente da Câmara Municipal de Gondomar e candidato do PS, relembra que herdou "um concelho com 142 milhões de euros de dívida municipal num orçamento de 70 milhões” e defende que com o programa que apresentou já foi cumprido em "85%". Afirma que "há poucas Câmaras que se possam gabar de cumprir 85% do programa nestas condições" e que no site da autarquia está até publicado "um semáforo" com aquilo que já cumpriram, que estão a cumprir e com o que ainda falta cumprir.
As principais questões dos gondomarenses bem que podiam ser uma música de 1962, pois para além das questões ambientais, de transporte ou até mesmo de obras públicas o que mais se questiona é o "quando?"
Daniel Vieira, da CDU, concorda com "a reflexão da prioridade do metro com o centro do Porto" e defende que o novo traçado apresentado pela Câmara Municipal de Gondomar, antes de saber a decisão definitiva do Governo sobre incluir ou não o concelho no novo traçado do metro, foi "uma iniciativa profundamente negativa". Afirma ainda que a Câmara apresentou a proposta "sem auscultar os autarcas" e "sem debate público" mas que "os problemas da mobilidade em Gondomar não se resumem à questão do metro”.
As autárquicas deste ano trazem canções para todos os gostos, do fado ao pimba, tocadas por profissionais ou amadores. Feitos com "prata da casa", os hinos são vistos como uma forma de chegar aos eleitores através de um refrão orelhudo.
Os partidos políticos, sozinhos ou em coligação, e os movimentos de cidadãos apresentaram um total de mais de 12.000 listas candidatas aos três órgãos autárquicos para as eleições de 01 de outubro.
A Comissão Nacional de Eleições (CNE) informou hoje que recebeu até 30 de agosto 347 queixas e pedidos de parecer relacionados com as eleições autárquicas, a maior parte referentes a neutralidade e imparcialidade das entidades públicas.
Candidatos que não foram apoiados pelos partidos e que apresentaram candidaturas independentes e outros que estão a braços com a justiça ou que mudaram de partido protagonizam algumas das polémicas das listas para as autárquicas de 01 de outubro.
As candidaturas independentes às câmaras municipais são mais de 90, segundo dados provisórios da Comissão Nacional de Eleições (CNE), mas os movimentos de cidadãos consideram que a alteração eleitoral não lhes facilitou a vida no confronto com os partidos.
Mais de 20 antigos presidentes de Câmaras Municipais querem voltar a ocupar o lugar em 2017, muitos deles como candidatos por movimentos independentes, por não terem o apoio do partido a que pertenceram.
Portugal tem 9.396.680 eleitores inscritos que podem votar nas próximas eleições autárquicas, menos do que nas anteriores, em que estavam registados pouco mais de 9,5 milhões.
O Conselho Regulador da ERC sensibilizou hoje os media "para a necessidade de garantirem o respeito pela representatividade política e social" na seleção dos intervenientes nos debates eleitorais das autárquicas por si promovidos.
Penafiel: o lançamento do debate autárquico 2017