João Brandão: “Quem não marca, sofre”
Porto Canal
Depois de cinco vitórias e um empate nos seis jogos anteriores, o FC Porto B perdeu neste domingo em casa do líder CS Marítimo, por 2-1, na 25.ª jornada da Segunda Liga.
“Quem não marca, sofre. Tantas vezes se diz isto no futebol e hoje aplicou-se na perfeição”, começou por dizer João Brandão, que ainda assim ficou “muito orgulhoso” do que os seus jogadores fizeram em campo. “Na reta final vimos uma equipa atrevida que arriscou tudo em busca do empate e isso só me pode deixar orgulhoso”, acrescentou o treinador dos “bês” azuis e brancos, aos quais faltou “eficácia” na hora de visar a baliza madeirense.
Um resumo do jogo
“Quem não marca, sofre. Tantas vezes se diz isto no futebol e hoje aplicou-se na perfeição. Entrámos forte em casa do líder nos primeiros minutos e tivemos a primeira grande oportunidade para marcar, mas depois sofremos numa transição do CS Marítimo. Sentimos esse golo, mas a segunda parte é nossa, fomos uma equipa sempre a olhar para a baliza adversária. Uma vez mais, quem não marca, sofre. Quase no mesmo minuto podíamos ter empatado e logo a seguir sofremos o 2-0. Lancei o desafio aos jogadores de que tínhamos de jogar, de confiar uns nos outros e de tentar mostrar o nosso valor fosse contra quem fosse. Estou muito orgulhoso dos meus jogadores. Na reta final vimos uma equipa atrevida que arriscou tudo em busca do empate e isso só me pode deixar orgulhoso.”
Uma questão de eficácia
“Faltou marcar primeiro ou fazer o 1-1 e evitar o 2-0. O nosso golo surge já numa fase tardia do jogo, mas nessa altura o quarto árbitro disse-me que faltavam quatro minutos e só se jogaram mais dois. Não entendi. Faltou sermos eficazes, mas o que mostrámos aqui em muitos momentos deixa-me agradado, apesar de não termos ganho. O caminho é feito passo a passo, diariamente no Olival. Hoje voltou a ficar demonstrado que toda a gente conta e que temos uma família muito forte e unida. Só assim é possível quem entrar, entrar com esta energia para tentar mudar o jogo.”
