Sapadores de Braga já resgataram da rua 1.970 animais feridos ou doentes

Sapadores de Braga já resgataram da rua 1.970 animais feridos ou doentes
Foto: CM Braga
| Norte
Porto Canal/Agências

A viatura de socorro animal do Batalhão de Bombeiros Sapadores de Braga já resgatou da via pública, desde 2020, ano em que começou a operar, 1.970 animais feridos ou doentes, revelou o município.

Em comunicado, o município acrescenta que só em 2025 foram resgatados 548 animais.

Aquela viatura, que atua de forma exclusiva na proteção e socorro animal no concelho, está disponível 24 horas por dia.

Intervém no resgate de animais feridos ou doentes na via pública, funcionando em articulação com a Empresa de Águas, Efluentes e Resíduos de Braga (AGERE), Centro de Recolha Oficial de Animais, médica veterinária municipal e hospitais veterinários.

O vice-presidente do município de Braga, Altino Bessa, destaca não apenas a complexidade técnica destas operações, mas também “o impacto humano e comunitário de um serviço que traduz, no terreno, a opção política de colocar o bem-estar animal no centro das políticas públicas municipais”.

“A intervenção do Batalhão de Bombeiros Sapadores de Braga tem-se mostrado absolutamente determinante. Este projeto, tal como os números indicam, tem sido fundamental para a estratégia de bem-estar animal delineada pela autarquia, permitindo e assegurando que este tipo de operações decorre com êxito”, refere.

Altino Bessa sublinha que, nos últimos cinco anos, a câmara investiu mais de dois milhões de euros em recursos humanos e materiais para aquele batalhão, dotando-o de melhores condições para exercer a sua atividade.

“Temos insistido numa política pública assente na prevenção, na capacitação operacional e na responsabilidade ética. A viatura de socorro animal é hoje um exemplo concreto de como as decisões políticas locais podem produzir resultados tangíveis, reforçando a segurança, a saúde pública e a coesão comunitária”, acrescenta.

Para o município, o socorro animal em Braga “deixou de ser uma resposta ocasional, para se tornar um serviço estruturado, permanente e integrado, refletindo uma visão moderna de governação urbana em que o respeito pela vida animal é parte integrante do bem-estar coletivo”.

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