José Pedro Pereira da Costa: “Queremos ter as contas em dia”

José Pedro Pereira da Costa: “Queremos ter as contas em dia”
| Desporto
Porto Canal

Pese embora a “dimensão que o sucesso desportivo tem nas contas”, e após um ano desportivo abaixo das expetativas, a SAD do FC Porto terminou o último exercício financeiro com um lucro recorde de 39,2 milhões de euros e pretende “continuar a crescer nas receitas comerciais”. Acabado de apresentar os resultados de 2024/25, José Pedro Pereira da Costa reforçou a importância de “ter as contas em dia e o passivo corrente financiado pelo ativo corrente” e revelou que “este mercado de verão já é uma boa base” para “fazer um bom exercício 2025/26”.

As receitas de 2024/25
“Dada a dimensão que o sucesso desportivo tem nas nossas contas é muito difícil compensarmos isso com outro tipo de receitas. Temos três blocos de receitas: as da UEFA, os direitos televisivos e as comerciais. Os direitos televisivos estarão fixos até 2028, por isso a única alavanca seriam as receitas comerciais, mas é impossível fazê-las crescer 30 ou 40 milhões no curto prazo. Noutros mercados é possível, mas aqui é difícil.”

O exercício 2025/26
“Este ano há duas alavancas. O sucesso desportivo, porque se formos mais longe na Liga Europa isso vai ajudar. No ano passado caímos no play-off e este ano gostávamos de seguir em frente ou ir até ao fim. Do ponto de vista financeiro isso tem sempre algum impacto, embora sempre um patamar abaixo da Liga dos Campeões. A outra alavanca é continuarmos a crescer nas receitas comerciais, isso continua a ser um objetivo. Nas transações com os passes de jogadores já fizemos cerca de 77 milhões e se somarmos as variáveis concretizadas esse número sobe para 85. Este mercado de verão já é uma boa base e temos condições para fazer um bom exercício 2025/26.”

O passivo e o investimento nas infraestruturas
“A redução total do passivo não é propriamente um objetivo. Queremos ter um ativo corrente que nos permita cumprir as responsabilidades relacionadas com o passivo corrente e isso já foi feito. O passivo total vai depender muito dos projetos que tenhamos pela frente. Continuando a renovar o Estádio do Dragão e construindo o Centro de Alto Rendimento é normal que o passivo aumente e, desde que o ativo também corresponda a longo prazo, essa não é uma situação preocupante. Não temos um objetivo super focado em reduzir o passivo, queremos é ter as contas em dia e o passivo corrente financiado pelo ativo corrente. E queremos ter um ativo a longo prazo que possa responder por esse passivo total.”

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