João Brandão: “Os jogadores deixaram tudo em campo”

João Brandão: “Os jogadores deixaram tudo em campo”
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Porto Canal

No final de um jogo que começou com um golo adversário nascido “de uma falta sobre o Melnichenka” e no qual “a equipa foi agressiva, procurou a baliza e criar espaços”, João Brandão garantiu que “um ponto era o mínimo” que o FC Porto B “devia e merecia” ter somado frente à UD Leiria (1-2).

Sem “entender o critério” nas expulsões e “nas faltas ao longo do jogo”, o treinador apontou a “intimidação que muitas vezes o adversário colocou nos duelos” antes de voltar a focar-se no seu coletivo e no propósito da equipa B, “que mais do que nunca é servir a equipa A”: “Temos de fazer o melhor com quem temos e hoje demos o melhor, saímos do jogo tristes, mas com consciência de que a missão está a ser cumprida. Nada nem ninguém nos vai desviar do nosso objetivo e a equipa deu hoje um sinal muito positivo nesse sentido”.

O esforço da equipa
“Orgulho tremendo nos jogadores, na equipa e no trabalho que tem vindo a desenvolver. Fomos família, fomos Porto, trabalhámos e lutámos muito, os jogadores estão desolados e exaustos porque deixaram tudo dentro do campo. O Leiria entra com uma oportunidade iniciada com uma falta sobre o Melnichenka que depois deu canto e daí nasceu o golo. A partir daí, só deu Porto. A equipa reagiu, foi atrás do jogo, foi agressiva, procurou a baliza do adversário e criar espaços, foi assertiva no último terço e daí as oportunidades que tivemos. Na segunda parte, o Leiria reagiu ao nosso golo e foi um jogo equilibrado contra um dos candidatos à subida de divisão, mas isso não se notou em campo. A maturidade que a equipa teve foi de louvar e fica o orgulho nesta equipa porque fizemos tudo o que estava ao nosso alcance e merecíamos ter sido mais felizes.”

Critérios distintos
“Se compararmos o lance que dá o segundo amarelo ao Martim Cunha com o lance do Zé Pedro no final da primeira parte, não entendemos o critério, tal como nas faltas ao longo do jogo. Temos uma equipa com qualidade que quer jogar futebol e queremos que seja o árbitro a apitar o jogo, não pode ser a equipa adversária a fazê-lo com a intimidação que muitas vezes colocam nos duelos. A minha equipa até contra isso lutou e procurou estar estável, com inferioridade de um e de dois, e merecíamos mais sorte no final porque um ponto era o mínimo que merecíamos e devíamos ter levado deste jogo.”

O Clube no topo das prioridades
“No FC Porto é para ganhar, seja em que escalão for. Odiamos perder e não conseguir ser melhor do que o adversário em todos os momentos do jogo. É essa a cultura deste Clube. Outro ponto é o propósito da equipa B, que mais do que nunca é servir a equipa A, seja através das unidades que estão lá para jogar ou treinar, como aconteceu com o Gabriel Brás, com o Ángel, com o Miranda ou com o Pedro Lima. Estamos aqui para formar e para proporcionar o que a equipa A necessitar porque é essa a prioridade. Temos de fazer o melhor com quem temos e hoje demos o melhor, saímos do jogo tristes, mas com consciência de que a missão está a ser cumprida. Nada nem ninguém nos vai desviar do nosso objetivo e a equipa deu hoje um sinal muito positivo nesse sentido.”

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