Rui Barros: "A mística não se compra"
Porto Canal
Foi uma tarde animada no Museu FC Porto, no qual já estão os troféus conquistados pelas equipas Vintage (Liga Portugal Legends), de goalball (campeonato, Supertaça e Taça de Portugal) e eSports (campeonato masculino e feminino, Taça da eLiga e primeira etapa da eLiga Portugal). Rui Barros, que capitaneou o coletivo de antigas glórias portistas na Nazaré além de ser o adjunto de Bruno Alves, foi o porta-voz do grupo e não escondeu que, depois de três anos “a disputar este troféu”, “vínhamos falando entre nós que tínhamos de o conquistar”. O troféu relativo à vitória no Liga Portugal Legends foi entregue por António Almeida, o sócio número 4.044.
Um momento sempre especial
“Antes de mais, agradeço ao presidente André Villas-Boas e à sua Direção por este momento bonito, um momento que todos esperávamos.”
À terceira foi de vez
“Há três anos que andávamos a disputar este troféu e vínhamos falando entre nós que tínhamos de o conquistar. É um troféu que nos diz muito, pois ao longo dos anos vamos perdendo capacidades e o nosso futebol, mas quando há esta competição, vem tudo ao de cima, sobretudo o nosso caráter.”
A mística do FC Porto
“A mística não se compra. Olhando para cada um dos atletas, a sua história e os títulos que conquistaram falam por si. Aproveito para agradecer aos que não estiveram na Nazaré e que ao longo do ano fazem parte deste FC Porto Vintage. A eles uma palavra de apreço e agradecimento. Só assim conseguimos colocar em campo aquilo que é o ADN e a mística do FC Porto.”
