Começa a ganhar forma a futura cobertura do Matadouro de Campanhã
Porto Canal
A cobertura do Matadouro de Campanhã, estrutura que irá dar uma nova escala ao futuro centro cultural e empresarial, começa a ser visível para quem passa na VCI.
A estrutura é o “ponto chave do projeto” de reconversão, pode ler-se numa publicação nas redes sociais do M-ODU, nome com que foi rebatizado o equipamento. Numa outra publicação é referido que a cobertura “vem traçar um novo caminho para a arquitetura contemporânea da cidade”.
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A reconversão
O projeto de reconversão do promotor imobiliário Emerge, do grupo Mota-Engil, consiste num conjunto de edifícios para acolher empresas, mas também reservas de arte, museus, auditórios, restauração e projetos de coesão social. Dos cerca de 26 mil metros quadrados, a reconversão prevê a utilização de cerca de 20.500 metros quadrados. Destes, 12.500 metros destinam-se a espaço empresarial, a ser explorados pela Mota-Engil, e o restante a espaços a serem explorados pelo município.
O investimento de mais de 40 milhões de euros será integralmente assegurado pela Mota-Engil e no final dos 30 anos da concessão, o equipamento regressa à esfera municipal.
O M-ODU, nome com que foi batizado o novo Matadouro, deverá estar concluído no final de 2025.
