Fogos em Recarei e Aguiar de Sousa em fase final de controlo

Fogos em Recarei e Aguiar de Sousa em fase final de controlo
Foto: Pedro Benjamim | Porto Canal
| Norte
Porto Canal/ Agências

Os incêndios nas freguesias de Aguiar de Sousa e Recarei, em Paredes, estão em fase final de controlo, revelou a Câmara Municipal numa publicação na sua página no Facebook.

 
 
 
Ver esta publicação no Instagram
 
 
 

Uma publicação partilhada por Porto Canal (@porto.canal)

No mesmo texto, publicado cerca das 19h30, a autarquia do distrito do Porto informa que no terreno, no combate aos incêndios, encontram-se 261 operacionais, 84 meios terrestres e quatro meios aéreos.

A publicação acrescenta que os responsáveis do município continuarão atentos ao rescaldo.

A meio da tarde, o presidente da Câmara de Paredes, Alexandre Almeida manifestou-se preocupado com a eventual chegada das chamas ao lugar de Aguiar, na povoação de Aguiar de Sousa.

O alerta para o incêndio que deflagrou em Recarei foi dado pelas 10h47.

A Autoestrada 41 (A41), que passa em Recarei, foi cortada ao trânsito nos dois sentidos ao início da tarde entre Paços de Ferreira, no distrito do Porto, e Espinho, no distrito de Aveiro.

+ notícias: Norte

Presidente da Maia diz que é "absurdo" usar terrenos da Petrogal para a expansão do Aeroporto do Porto

O presidente da Câmara da Maia diz que os terrenos da Petrogal não são uma boa ideia para a expansão do Aeroporto Francisco Sá Carneiro. António Silva Tiago lembra que os terrenos da refinaria já têm outros projetos previstos.

Chega expulsa candidato autárquico suspeito de abuso sexual de crianças e pornografia

O Chega expulsou o militante e ex-candidato a uma junta de freguesia no concelho de Fafe nas últimas eleições autárquicas depois de este ter sido detido pela alegada prática de crimes de pornografia de menores e de abuso sexual de crianças agravado.

Defesa de Laplaine Guimarães diz que o cliente não ficou com dinheiro de contratos

A defesa de Alberto Laplaine Guimarães, um dos quatro detidos na operação “Lúmen”, que investiga alegados crimes económicos em contratos para a instalação de luzes de Natal, disse que o seu constituinte não ficou com dinheiro ilícito.