Antiga casa florestal vai ser auditório de Branda Científica em Arcos de Valdevez

Antiga casa florestal vai ser auditório de Branda Científica em Arcos de Valdevez
Foto: CM Arcos de Valdevez
| Norte
Porto Canal/Agências

A Câmara de Arcos de Valdevez abriu esta quinta-feira concurso público, pelo valor base de 289.325,44 euros, mais IVA, para transformar uma antiga casa florestal em auditório da branda científica de São Bento do Cando.

De acordo com o anúncio publicado esta quinta-feira em Diário da República (DR), a empreitada de requalificação do edifício tem um prazo de execução de 240 dias.

Os interessados podem apresentar das propostas até às 18h00 do próximo dia 25, sendo que os concorrentes são obrigados a manter as propostas durante 120 dias a contar do termo daquela data.

Em causa está o projeto de transformação da branda secular de São Bento do Cando, onde outrora se cumpria a transumância (mudança sazonal dos agricultores e seus rebanhos para locais que oferecem melhores condições durante uma parte do ano), situada na freguesia da Gavieira, em pleno Parque Nacional da Peneda Gerês (PNPG), numa moderna estação científica, num investimento total estimado em 4,5 milhões de euros.

O projeto prevê a requalificação, faseada, de oito casas em estruturas de apoio à branda científica de São Bento do Cando, situada a mais de mil metros de altitude.

Além do auditório que vai nascer na antiga casa florestal, os restantes imóveis transferidos pelo Estado para a Câmara de Arcos de Valdevez, no distrito de Viana do Castelo, vão ser transformados em estruturas de apoio à estação científica, como por exemplo, alojamento para estudantes de doutoramento e investigadores, laboratórios, residência artística, entre outros.

A futura estação de investigação e formação integrará o projeto europeu Biopolis, que “tem como objetivo a criação de uma superestrutura de investigação em biologia ambiental, capaz de responder aos novos desafios que se colocam hoje em áreas de ponta como a genómica, a biologia computacional, a bioinformática ou a monitorização ambiental”.

O Biopolis é coordenado por um consórcio que junta o Centro de Investigação em Biodiversidade e Recursos Genéticos (CIBIO) da Universidade do Porto, a Universidade de Montpellier, em França, e a Porto Business School.

É “um projeto que desenvolverá ações não só para o PNPG, único em Portugal, mas também para a Reserva da Biosfera Transfronteiriça Gerês-Xurés, assim declarada, em 2009, pela UNESCO, contribuindo para a coesão territorial e diversificação socioeconómica”.

A Reserva da Biosfera Transfronteiriça Gerês-Xurés está localizada na Galiza e no Alto Minho, unindo do lado português, o PNPG ao Parque Natural Baixa Limia - Serra do Xurés, no lado galego.

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