Porto de Aveiro investe mais de 2,1 milhões em dragagens para melhorar segurança
Porto Canal/ Agências
O Porto de Aveiro iniciou um conjunto de dragagens de manutenção, num investimento global de 2,125 milhões de euros, anunciou, esta quarta-feira, a administração portuária.
Segundo uma nota de imprensa da administração portuária, as dragagens vão decorrer no Canelete, Porto de Pesca Costeira e Porto de Pesca de Largo.
“O objetivo é reforçar as condições de segurança, navegabilidade e operacionalidade para todas as embarcações que operam nessas áreas”, explica a nota.
De acordo com a mesma fonte, os trabalhos de dragagem no Canelete já começaram e, por razões de segurança, a navegação no local está interditada até 30 de junho, conforme determinação da Autoridade Marítima.
No Porto de Pesca de Largo, os trabalhos de dragagem iniciam-se no início de junho, “com o objetivo de restabelecer as cotas de fundo junto às pontes-cais, atualmente assoreadas, o que compromete a navegabilidade em determinadas condições de maré”.
Essa intervenção representa um investimento de cerca de 425 mil euros, de acordo com os números avançados pela administração do Porto de Aveiro.
Quanto ao Porto de Pesca Costeira, acrescenta que os trabalhos de dragagem de manutenção também já começaram e abrangem o Porto de Abrigo para a Pequena Pesca e a Doca de Recreio do Jardim Oudinot.
A operação insere-se na empreitada designada por “Dragagem de Manutenção do Porto de Pesca Costeira e Entrada da Dársena do Porto de Aveiro”.
A administração esclarece que durante a intervenção no Porto de Abrigo para a Pequena Pesca “será necessário relocalizar temporariamente as embarcações atracadas nos pontões”.
“Este processo está a ser coordenado pela administração portuária e pelo empreiteiro responsável, em articulação direta com os proprietários das embarcações, a associação de pescadores APARA e o Clube Náutico Boca da Barra”, especifica.
A realização dessas intervenções “traduz o compromisso contínuo do Porto de Aveiro com a modernização das suas infraestruturas”, garante ainda, explicando que asseguram “maiores níveis de segurança, eficiência e sustentabilidade nas operações portuárias”.
