Exposição de Paula Rego vai destacar surrealismo da pintora na Fundação Cupertino de Miranda

Exposição de Paula Rego vai destacar surrealismo da pintora na Fundação Cupertino de Miranda
Foto: Nicholas Sinclair|Fundação Cupertino de Miranda
| Norte
Porto Canal/ Agências

A exposição “Sonhos e Metamorfoses: O Surrealismo de Paula Rego”, com pinturas representativas de várias fases da carreira da artista, com foco no surrealismo, é inaugurada a 11 de abril na Fundação Cupertino de Miranda, em Famalicão, anunciou esta terça-feira a instituição.

A mostra, com curadoria de Catarina Alfaro, Marlene Oliveira e Perfecto Quadrado, estará patente ao público até 04 de janeiro de 2026, adiantou a Fundação Cupertino de Miranda, em comunicado.

Em parceria com a Fundação D. Luís I, responsável pela gestão dos espaços expositivos do Centro Cultural de Cascais, no distrito de Lisboa, com a Casa das Histórias Paula Rego, a exposição, que conta com o empréstimo de várias entidades públicas e privadas, terá, além de pinturas, ainda desenhos e gravuras da artista portuguesa Paula Rego (1935-2022) que este ano completaria 90 anos.

“Esta exposição é uma homenagem à sua vida e obra, contribuindo para apresentar uma nova visão da sua arte”, salientou a Fundação Cupertino de Miranda.

Paula Rego é uma das artistas mais proeminentes de Portugal, reconhecida internacionalmente pela expressão e narrativa das suas obras, recordou.

A sua arte aborda temas como a condição feminina, a política, a literatura e também a cultura popular, utilizando uma linguagem visual que cruza o universo onírico com a realidade.

E tem, nas suas obras, uma forte expressão surrealista, combinando o inconsciente, o bizarro e os seres imagináveis com factos reais.

Também a partir de 11 de abril estará patente no Centro de Arte Moderna (CAM) da Fundação Calouste Gulbenkian, em Lisboa, uma exposição inédita que junta Paula Rego e Adriana Varejão.

“Paula Rego e Adriana Varejão. Entre os vossos dentes” é título da exposição, criado a partir de um poema da escritora brasileira Hilda Hilst, que “junta num diálogo inédito” obras de Paula Rego e da artista plástica contemporânea brasileira Adriana Varejão (1964).

Com curadoria de Adriana Varejão, Helena de Freitas e Victor Gorgulho, a mostra vai estar patente ao público entre 11 abril e 15 setembro, e reúne cerca de oito dezenas de obras, valorizando as linhas comuns de trabalho das artistas, em que a violência está presente, quer no campo político, quer na esfera privada.

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