Armazém na Maia servia para desmantelar carros furtados

Armazém na Maia servia para desmantelar carros furtados
| Norte
Porto Canal

Um grupo de seis homens roubava carros por encomenda e transportava-os para um armazém discreto em Folgosa, na Maia onde, de seguida, os desmantelava.

O grupo era especialista no furto de automóveis, maioria topo de gama e arrecadou 220 mil euros com o roubo de veículos, durante dez meses, em 2017.

Os arguidos recorriam a tecnologia de ponta para comprometer o sistema de segurança dos carros. De acordo com o Ministério Público, “com o uso de um aparelho eletrónico de descodificação de módulo centralina e sem causar quaisquer danos”, os indivíduos conseguiam colocar os veículos em funcionamento.

O grupo serviu-se ainda da tecnologia para desligar o alarme do Stand Pinto e Sousa, em Ermesinde, onde conseguiu entrar e roubar as chaves de quatro automóveis, avaliados em mais de 80 mil euros, avança o Jornal de Notícias.

De entre os vários furtos descritos na acusação, o mais rentável foi cometido em Chaves, onde, alegadamente, o grupo recorreu ao aparelho de ligação à centralina para roubar três Mercedes topo de gama.

Um dos arguidos era proprietário de uma empresa de compra e venda de peças em São Romão do Coronado, na Trofa, onde terão sido vendidas partes dos automóveis roubados, segundo o JN.

Os homens da Maia, Ermesinde, Trofa, Vizela e Braga estão agora a ser julgados, no Tribunal de Braga, por furtos, falsificação de documentos e recetação por suspeitas de terem furtado nove veículos em 2017. Dois deles estão ainda a cumprir pena por outros processos.

 

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