Japão acusa China de violação do direito internacional com incursão de navios

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Porto Canal / Agências

O Governo japonês acusou hoje a China de violação do direito internacional após a incursão de embarcações da guarda costeira chinesa nas suas águas internacionais.

A posição do Governo nipónico surge depois de três embarcações chinesas terem sido avistadas perto das ilhas Senkaku, que a China chama de ilhas Diaoyu, nas últimas 24 horas.

"A entrada destas embarcações é realmente lamentável e não pode ser permitida, pelo que continuaremos a acompanhar a situação e a tomar medidas sérias", disse hoje o porta-voz do Governo japonês, Hirokazu Matsuno.

Segundo a guarda costeira japonesa, esta é a 15.ª incursão registada este ano, com os navios patrulha do Japão a ordenarem aos navios chineses que abandonassem imediatamente as suas águas.

Na segunda-feira, uma fragata chinesa navegou na zona adjacente às águas japonesas durante seis minutos, cerca de 40 minutos depois de um navio de guerra russo se encontrar na zona, disse o Ministério da Defesa japonês.

Esta foi a primeira vez, desde junho de 2018, que um navio militar chinês entrou na área perto das Senkaku e levou o executivo japonês a protestar através dos canais diplomáticos.

O arquipélago das Ilhas Senkaku no Mar do Sul da China está sob controlo japonês, embora China e Taiwan reivindiquem a soberania sobre a área.

O Japão afirma que China e Taiwan começaram a reclamar a soberania sobre Senkaku há pouco mais de 50 anos, após a descoberta de possíveis reservas de petróleo no Mar do Sul da China.

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