Covid-19: Mortalidade em Portugal vai manter-se "provavelmente elevada"

| País
Porto Canal com Lusa

Redação, 13 ago 2021 (Lusa) - A mortalidade por covid-19 "manter-se-á provavelmente elevada" em Portugal, embora o ritmo de crescimento esteja a abrandar, e as infeções com o coronavírus têm tendência a decrescer, revela hoje o relatório de monitorização das 'linhas vermelhas'.

Segundo o relatório, publicado todas as sextas-feiras pela Direção-Geral da Saúde (DGS) e pelo Instituto Nacional de Saúde Doutor Ricardo Jorge (Insa), "a mortalidade por covid-19 manter-se-á provavelmente elevada, mas o ritmo de crescimento está a abrandar".

O documento assinala que a mortalidade por covid-19 em Portugal - 18,6 óbitos em 14 dias por um milhão de habitantes - "está acima do limiar preconizado" pelo Centro Europeu de Prevenção e Controlo das Doenças.

O relatório de monitorização das linhas vermelhas para a covid-19 refere que "a atividade epidémica" do coronavírus SARS-CoV-2, que causa a doença respiratória covid-19, continua com "elevada intensidade", mas "com tendência decrescente a nível nacional", sendo "estável nas regiões Centro e Alentejo".

Apenas no Algarve foi observada uma incidência superior ao limiar de 480 casos em 14 dias por 100 mil habitantes (719). A nível nacional, o número de novos casos de infeção por 100 mil habitantes, nos últimos 14 dias, foi de 317.

A pressão sobre os cuidados de saúde "tem tendência decrescente", salienta o documento da DGS e do Insa.

ER // ZO

Lusa/Fim

+ notícias: País

Governo faz maior investimento na compra de comboios em Portugal

O ministro das Infraestruturas e Habitação, Miguel Pinto Luz, disse esta terça-feira que o Governo está a fazer o maior investimento na compra de comboios em Portugal com a aquisição de quase 200 novas unidades num investimento de 1,8 mil milhões de euros.

António José Seguro afirma que Portugal é um todo e um país onde todos contam

O Presidente da República afirmou esta terça-feira que Portugal é um todo, um país em que todos contam e em que nenhum território pode ser dispensado, e disse que a coesão territorial não é uma palavra de circunstância.

Profissionais dos cuidados paliativos denunciam falta de rumo e dizem-se desamparados

Os profissionais da área dos cuidados paliativos apontaram esta terça-feira falta de rumo na gestão destes cuidados, pediram a nomeação urgente da comissão nacional aguardada há um ano e avisaram que se sentem desamparados.