"Ainda é muito cedo para fazer uma análise das consequências da abertura do país e da maior mobilidade das pessoas"
Margarida Tavares, epidemiologista, diz que "tudo o que tem sido dito até agora reflete uma boa evolução, melhor do que a que esperávamos, quer durante a fase de crescimento rápido dos casos na epidemia nacional, quer, tal como esperado, na fase descendente em que estamos agora claramente e sem receios de o dizer".
Para a epidemiologista, "ainda é muito cedo para fazer uma análise das consequências da abertura do país e da maior mobilidade das pessoas", no entanto indica que tendo em conta o comportamento da população até aqui "não espera surpresas muito maiores do que alguns pequenos surtos que possamos ter".
