Oitavos
de
final
Brasil 1(3) - 1(2) Chile
 
Colômbia 2 - 0 Uruguai
 
Holanda 2 - 1 México
 
Costa Rica 1(5) - 1(3) Grécia
 
França 2 - 0 Nigéria
 
Alemanha 2 - 1 Argélia
 
Argentina 1 - 0 Suiça
 
Bélgica 2 - 1 EUA
Belo Horizonte   Rio de Janeiro   Fortaleza   Recife   Brasília   Porto Alegre   São Paulo   Salvador
2014-06-28 17:00   2014-06-28 21:00   2014-06-29 17:00   2014-06-29 21:00   2014-06-30 17:00   2014-06-30 21:00   2014-07-01 17:00   2014-07-01 21:00
1º Grupo A
vs.
2º Grupo B
  1º Grupo C
vs.
2º Grupo D
  1º Grupo B
vs.
2º Grupo A
  1º Grupo D
vs.
2º Grupo C
  1º Grupo E
vs.
2º Grupo F
  1º Grupo G
vs.
2º Grupo H
  1º Grupo F
vs.
2º Grupo E
  1º Grupo H
vs.
2º Grupo G
Quartos
de
final
             
Brasil 2 - 1 Colômbia
 
Holanda 0(4) - 0(3) Costa Rica
 
França 0 - 1 Alemanha
 
Argentina 1 - 0 Bélgica
Fortaleza   Salvador   Rio de Janeiro   Brasília
2014-07-04 21:00   2014-07-05 21:00   2014-07-04 17:00   2014-07-05 17:00
Meias
finais
     
   
Brasil 1 - 7 Alemanha
 
Holanda 0(2) - 0(4) Argentina
   
    Belo Horizonte   São Paulo    
    2014-07-08 21:00   2014-07-09 21:00    
Terceiro
lugar
         
       
Brasil 0 - 3 Holanda
       
        Brasília        
        2014-07-12 21:00        
Final  
       
Alemanha 1 - 0 Argentina
       
        Rio de Janeiro        
        2014-07-13 20:00        

NOTÍCIAS DO MUNDIAL

Portugal volta a chegar às meias-finais, 40 anos depois, em 2006

Redação, 26 mai (Lusa) - A seleção portuguesa de futebol conseguiu em 2006, quatro décadas depois, repetir a presença nas meias-finais de um Mundial, fase em que voltou a cair perante uma França já "carrasca" nas "meias" dos Europeus de 1984 e 2000.

Na Alemanha, a formação das "quinas" foi eleita pela FIFA a que mais entreteve, numa competição em que não realizou, porém, exibições de grande exuberância estética, nem teve grandes destaques individuais, valendo mais pelo coletivo, a união.

Dois anos após a amarga derrota na final do Euro2004, em casa, perante a Grécia (0-1), os comandados do brasileiro Luiz Felipe Scolari só ficaram atrás dos "monstros" Itália, França e Alemanha e eliminaram, como dois anos antes, Inglaterra e Holanda.

Sete golos, menos dois que os apontados por Eusébio no "bronze" de 1966, chegaram para o quarto posto, num trajeto que terminou com duas derrotas, perante a França (0-1), nas "meias", e a Alemanha (1-3), no jogo de consolação.

Para a história, ficou, ainda assim, uma grande proeza, uma prestação para recordar, sobretudo face aos "épicos" encontros com a Holanda, a "batalha de Nuremberga", e a Inglaterra, que, dois anos depois, Ricardo voltou a eliminar nos penáltis.

O coletivo foi a grande arma da formação lusa, na qual rarearam os momentos de génio de Figo, em despedida, e Cristiano Ronaldo, em estreia, bem como os golos de Pauleta, que só faturou na estreia, face à ex-colónia Angola (1-0).

Os grandes golos de Maniche (dois) e Deco (um) e, sobretudo, a notável exibição de Ricardo como a Inglaterra, ao deter três pontapés na "lotaria", um recorde dos Mundiais, foram, juntamente com a surpresa Fernando Meira, o "mais" de uma grande campanha.

Em termos numéricos, foram quatro vitórias consecutivas (1-0 a Angola, 2-0 ao Irão e 2-1 ao México, na primeira fase, e 1-0 à Holanda, nos oitavos de final), seguidas por um empate com sabor a triunfo (0-0 após prolongamento e 3-1 na "lotaria", com Inglaterra, nos "quartos) e duas derrotas a terminar.

O "nulo" com os ingleses deixou em 11 o número de triunfos consecutivos de Scolari em Mundiais, após os sete com o Brasil em 2002, rumo ao cetro, e o desaire com os gauleses colocou um ponto final em 19 jogos sem perder da equipa lusa.

Para a lenda entraram também Figo, que se despediu da seleção após um recorde de 127 internacionalizações "AA" e como único sobrevivente da "geração de ouro", e Pauleta, ao fixar em 47 o número de tentos marcados com a camisola das "quinas", registo entretanto já superado por Cristiano Ronaldo.

A formação das "quinas", que garantiu os "oitavos" logo ao segundo jogo da primeira fase, superando desde logo as "trágicas" presenças de 1986 e 2002, já chegou à Alemanha embalada, após uma qualificação sem mácula - nove vitórias e três empates.

Um grande pragmatismo, um "onze" coeso e imutável e um "enorme" Cristiano Ronaldo (sete golos e seis assistências) foram a "chave" do apuramento, num grupo (com Eslováquia, Rússia, Estónia, Letónia, Liechtenstein e Luxemburgo) que se mostrou tão acessível como parecia na hora do sorteio.

Tirando um espaço de cinco dias em que Portugal passou do péssimo (2-2 no Liechtenstein, após estar a vencer por 2-0) ao excelente (7-1 à Rússia), o percurso foi regular, com apenas mais dois empates cedidos: 1-1 em Bratislava e 0-0 em Moscovo, onde Scolari só "quis" empatar.

Assim, e apesar de humilhado em Vaduz, Portugal, com o regressado Figo na segunda metade, cumpriu a segunda qualificação consecutiva sem derrotas (após a do Mundial de 2002) e, como em 1966, garantiu o apuramento a uma ronda do final (2-1 ao Liechtenstein, em Aveiro).

As facilidades têm, porém, muito a ver com Cristiano Ronaldo, então no Manchester United, que tratou do assunto sozinho em várias situações, merecendo também destaque os 11 tentos de Pauleta, que ultrapassou o recorde de Eusébio (41 golos) no derradeiro jogo de qualificação, já só para cumprir calendário.

PFO // PFO

Lusa/Fim

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Carina Teixeira Sousa

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Humberto Ferreira
Humberto Ferreira

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17-06-2014
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Fontes: Portal da Copa; Wikimedia Commons; Dotgovwatch; Internet. Porto Canal 2014 | Ficha técnica