Foi há um ano que o fantasma que assombrava os músicos há décadas bateu à porta do Stop, no Porto. O edifício da Rua do Heroísmo foi fechado e os artistas foram obrigados a fazer as malas e a sair de instrumentos nas mãos. Um ano depois, a resistência faz com que o edifício mantenha as portas abertas, mas no interior saltam à vista as inúmeras portas fechadas com um “aluga-se” estampado. O espaço tem um novo ar, a legalidade foi reposta e a administração garante que um novo fecho não acontecerá. Mas a incerteza continua a pairar sob a “verdadeira casa da música” portuense e a possibilidade da Câmara intervir pode mesmo vir a ser uma realidade.

 

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