Mau tempo. Livre acusa executivo da Câmara de Vila do Conde de “impreparação”

Mau tempo. Livre acusa executivo da Câmara de Vila do Conde de “impreparação”
Foto: DR
| Norte
Porto Canal/Agências

O Livre do Porto acusou esta quarta-feira o executivo da Câmara Municipal de Vila de Conde de “impreparação”, após a passagem da temestade Cláudia ter provocado várias inundações e consequentes estragos no concelho.

Em comunicado, o Grupo de Coordenação Local do Núcleo do Porto do Livre recusou aceitar que, após este tipo de eventos climáticos, “a resposta se limite a contabilizar prejuízos e a persistir com as mesmas estratégias e procedimentos” e afirmou ser importante “mitigar os impactos” através do “mapeamento de locais mais suscetíveis e reforço dos meios adequados para a Proteção Civil, mas também pela reabilitação e manutenção de ecossistemas, habitats e infraestruturas verdes”.

“É urgente dotar os nossos municípios de alternativas para absorver os excessos de pluviosidade, implementando Soluções Baseadas na Natureza e Sistemas Urbanos de Drenagem Sustentável (tais como “jardins de chuva” ou pavimentos permeáveis), na revisão do Plano Diretor Municipal e em todas as novas urbanizações”, defendeu o partido.

Após expressar a sua “profunda solidariedade para com as populações fustigadas” pela tempestade Cláudia, que teve um grande impacto na freguesia de Modivas, o partido acusou o executivo municipal de “impreparação”.

“Constatamos que a impreparação, notada pelo executivo Vilacondense, não teve expressão apenas na Ribeira da Lage (Modivas), tendo-se verificado também na falha de planeamento e descoordenação entre a Câmara Municipal e a Infraestruturas de Portugal (IP), que pôs em risco a ponte D. Zameiro”, acrescentaram.

Esta semana, foi noticiado que a autarquia revelou que o Rio Ave está coberto por um manto verde de jacintos-de-água que prejudica a sobrevivência de muitas espécies e coloca em risco esta ponte centenária.

Para o partido, estas ocorrências, embora potenciadas pelas alterações climáticas, “são também falhas políticas” e exigem “melhor articulação futura entre as entidades para proteger o património municipal e evitar gastos desnecessários para corrigir procedimentos desadequados”.

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