PSP expulsou 20 polícias e suspendeu 108 em 2021

PSP expulsou 20 polícias e suspendeu 108 em 2021
| País
Porto Canal / Agências

A PSP expulsou 20 polícias e suspendeu 108 em resultado dos processos disciplinares decididos em 2021, quando foram arquivados cerca de 73% dos casos, revelou esta segunda-feira aquela força policial.

O balanço social de 2021 da PSP, publicado na página da Internet da Polícia de Segurança Pública, revela que no ano passado foram instaurados 1.209 novos processos disciplinares e decididos 1.518, tendo transitado 1.874 para 2022.

O relatório indica que transitaram 1.324 processos disciplinares de 2020 para 2021.

"Entre os 1.518 processos decididos, 1.108 processos foram arquivados, 37 resultaram em repreensão, 245 resultaram na aplicação da pena de multa, 108 tiveram como decisão final a aplicação de pena de suspensão e 20 resultaram na aplicação da pena de demissão", refere o documento.

Em comparação com 2020, no ano passado foram abertos mais 65 novos processos, tendo também aumentado o número de suspensões (mais 14) e de demissões (mais cinco) entre os agentes da PSP.

O relatório precisa que cerca de 73% dos casos foram arquivados.

Durante o ano 2021, 72,9% dos casos foram arquivados e a pena de multa é a maior consequência dos processos decididos, representando 16,14%.

Segundo a PSP, a pena de suspensão de função representa 7,11%, seguido da repreensão escrita (2,44%) e a demissão (1.32%).

O documento dá ainda conta de que os dias de ausência por motivo de atividade sindical aumentaram 28% em 2021, comparativamente com 2020, tendo sido contabilizados 3.002 dias no ano passado.

+ notícias: País

Fisco vai avaliar e atualizar matrizes das barragens para cobrar IMI

A Autoridade Tributária e Aduaneira vai fazer uma avaliação e atualização das matrizes das barragens e avançar com a cobrança do IMI desta tipologia de bens, segundo determina um despacho do secretário de Estado dos Assuntos Fiscais, Nuno Félix.

Período de transição entre contratos do SIRESP vai custar ao Estado 7,4 milhões de euros

O período de transição vai custar, ao Estado, 1,2 milhões de euros por mês. De acordo com o Jornal de Notícias, o processo só deverá estar concluído no final de junho.

Primeiro prazo para reforço do poder das regiões já falhou

O prazo para o reforço do poder das regiões, no âmbito da transferência de competências das direcções regionais para as CCDR, seria o fim de janeiro. No entanto, de acordo com o jornal Público, o diploma ainda não está concluído.