Número de vítimas mortais do acidente de Carrazeda de Ansiães subiu para dois

Número de vítimas mortais do acidente de Carrazeda de Ansiães subiu para dois
| Norte
Porto Canal / Agências

O número de vítimas mortais resultantes do acidente, que ocorreu este domingo de madrugada, em Carrazeda de Ansiães, subiu para dois, segundo fonte do Comando da GNR de Bragança.

Segundo o Capitão Hugo Torrado, as vítimas são uma rapariga que foi transportada para o Hospital de Vila Real e um rapaz que foi transportado de helicóptero para o Hospital de Santo António, no Porto.

A primeira morte foi confirmada cerca das 09:50 e a segunda às 14:00.

O veículo que se despistou cerca das 05:45 na Vila de Carrazeda de Ansiães provocou um total de sete feridos, cinco graves e dois ligeiros, todos jovens, com idades entre os 18 e os 20 anos.

No Hospital de Vila Real mantêm-se três feridos considerados graves.

A carrinha de caixa aberta tem lotação de cinco lugares, segundo o oficial da GNR, que acrescentou que o caso vai ser investigado pelo Núcleo de Investigação de Crime em Acidente de Viação.

+ notícias: Norte

Populares e ativistas marcaram presença num protesto contra a exploração de lítio na mina do Barroso

Na manhã desta terça-feira, dezenas de populares e ativistas marcaram presença numa manifestação contra a exploração de lítio na mina do Barroso. A arruada simbólica serviu de alerta para os impactos ambientais e para a escassez de água de que a região enfrenta e que a extração mineira pode agravar.

Trabalhadores da maior produtora de cogumelos frescos em greve por melhores salários e condições de trabalho

Os trabalhadores das unidades de produção da maior produtora de cogumelos frescos do país estiveram em greve ao longo desta terça-feira. Ao que apurou o Porto Canal, os trabalhadores exigem um aumento dos salários, do subsídio de alimentação e ainda melhores condições de trabalho.

Uso "desenfreado" de trotinetes aumentou "medo de usar o espaço público" em invisuais

O uso "desenfreado e sem civismo" de trotinetes aumentou o medo de usar o espaço público nas pessoas invisuais, agudizando o sentimento de isolamento de quem não vê, denunciou esta terça-feira a Associação dos Cegos e Amblíopes de Portugal.