Douro Azul alvo de buscas. Em causa estará suspeita de fraude fiscal

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Porto Canal com Lusa

Várias empresas de Mário Ferreira estão a ser alvo de buscas ao longo desta quarta-feira por parte da Autoridade Tributária e do Departamento Central de Investigação e Ação Penal (DCIAP).

O empresário Mário Ferreira pediu ao Ministério Público para ser constituído arguido no processo em que é investigado por fraude fiscal e branqueamento de capitais, no âmbito da compra e venda do ferryboat Atlântida.

Atualizado 06-07-2022 17:59

Tal como avançou o jornal 'Expresso', em causa estarão suspeitas de fraude fiscal no que diz respeito à empresa Douro Azul. 

Atualizado 06-07-2022 13:00

Fonte judicial confirmou à Lusa que uma das empresas alvo de buscas é Douro Azul do empresário Mário Ferreira e que em causa está o negócio de compra em 2014 do navio Atlântida aos estaleiros navais de Viana do Castelo e a sua posterior venda no ano seguinte a uma empresa com sede em Malta.

Segundo adianta uma nota do Departamento Central de Investigação e Ação Penal (DCIAP), foram efetuadas oito buscas a sociedades, incluindo a sociedades de advogados, e os factos em investigação são suscetíveis de constituir a prática dos crimes de fraude fiscal qualificada e branqueamento de capitais.

Nas buscas, que decorrem em Portugal -- Funchal e no Porto -- e ainda em Malta, participam dois juízes, cinco magistrados do Ministério Público, 19 inspetores e peritos forenses da Direção de Serviços de Investigação da Fraude e de Ações Especiais (DSIFAE) da Autoridade Tributária e Aduaneira (DSIFAE) e 12 elementos da Unidade de Ação Fiscal da GNR.

As diligências visam - de acordo com o DCIAP - a "recolha de prova relacionada com a alienação" do ferry a uma sociedade com sede em Malta.

O inquérito prossegue sob a direção do DCIAP, departamento do Ministério Público que investiga a criminalidade organizada mais grave, complexa e sofisticada.

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