PSD/Congresso: Montenegro pede “apoio significativo” para as suas listas

PSD/Congresso: Montenegro pede “apoio significativo” para as suas listas
| Política
Porto Canal / Agências

O novo presidente do PSD, Luís Montenegro, pediu hoje "um apoio significativo" na votação de domingo para as listas aos órgãos nacionais que anunciou, considerando que tal será "um sinal para Portugal"

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“Odesejo que eu formulo é que participem na votação e expressem livremente a vossa vontade. Vamos enviar a Portugal um sinal de que o PSD está forte, unido, está coeso e pronto para se entregar ao serviço de Portugal”, afirmou, perante a sala cheia do Congresso do partido. Ainda assim, Montenegro disse não querer condicionar todos os que entenderem apresentar listas a alguns dos órgãos nacionais.

Como grandes novidades, o novo presidente anunciou que proporá como primeiro vice-presidente o eurodeputado Paulo Rangel e o ex-candidato à liderança Miguel Pinto Luz. Os restantes ‘vices’ serão a ex-líder da JSD Margarida Balseiro Lopes, o antigo secretário de Estado António Leitão Amaro, o líder da distrital de Braga Paulo Cunha e a militante e jurista Inês Ramalho.

Carlos Moedas e Maria Luís Albuquerque como primeiros nomes ao Conselho Nacional foram outros dos anúncios, que passou ainda pela confirmação de Hugo Soares como secretário-geral.

Pedro Duarte irá coordenar o Conselho Estratégico Nacional (CEN), o ex-presidente da AICEP Pedro Reis o ‘Movimento Acreditar’, que vai preparar o programa eleitoral do partido. Carlos Coelho vai liderar a Academia de Formação e Pedro Alves irá coordenar, juntamente com o líder, a preparação das eleições autárquicas (todos com assento da Comissão Permanente, o núcleo duro da direção do partido).

José Matos Correia irá liderar o Conselho Nacional de Jurisdição e Miguel Albuquerque a Mesa do Congresso.

Na sua intervenção, que sucedeu às de Miguel Pinto Luz, Jorge Moreira da Silva e Carlos Moedas, o novo presidente manifestou “um orgulho muito grande” de ter ouvido estes congressistas da sua geração.

“Temos aqui uma nova vaga e uma nova geração de pessoas capazes de estar à atura do legado dos nossos fundadores e deixar um Portugal mais justo e desenvolvido aos que vêm a seguir a nós”, considerou.

O 40.º Congresso do PSD, que decorre no Pavilhão Rosa Mota, no Porto, termina no domingo com a eleição dos órgãos nacionais.

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