Covid-19: México regista quase 600 mortos num só dia

| Mundo
Porto Canal com Lusa

Cidade do México, 06 dez 2020 (Lusa) - O México registou 593 mortos e 11.625 infetados com o novo coronavírus nas últimas 24 horas, informaram as autoridades de saúde.

O número de óbitos desde o início da pandemia de covid-19 subiu para 109.456 e o de casos para 1.168.395.

O México continua a ser o 10.º país com mais infeções e o quarto com mais mortes em números absolutos, segundo a Universidade Johns Hopkins.

A covid-19 pode tornar-se a segunda causa de morte no país, ultrapassando a diabetes, que no ano passado causou a morte de 104.354 mexicanos, segundo o Instituto Nacional de Estatística e Geografia (Inegi), que ainda não atualizou os seus números de 2020.

A pandemia de covid-19 provocou pelo menos 1.519.213 mortos resultantes de mais de 65,8 milhões de casos de infeção em todo o mundo, segundo um balanço feito pela agência de notícias France-Presse (AFP).

A doença é transmitida por um novo coronavírus detetado no final de dezembro de 2019, em Wuhan, uma cidade do centro da China.

JMC // JMC

Lusa/Fim

+ notícias: Mundo

Três migrantes viajaram 11 dias no leme de um petroleiro

As autoridades espanholas resgataram três migrantes que viajaram, durante 11 dias, no leme de um petroleiro. A viagem começou na Nigéria até Las Palmas, nas Canárias.

China reforça ação policial para silenciar protestos anti-covid

Forças de segurança patrulham quarteirões e estações de metro em Pequim e erguem barreiras em Xangai para travar mobilização inédita contra o regime liderado por Xi Jinping. Estudantes em Hong Kong entoaram, esta segunda-feira, frases de "oposição à ditadura" num protesto contra as regras sanitárias anti-covid na China, à semelhança de cidades chinesas onde se registaram as maiores manifestações das últimas décadas contra as autoridades.

Mulher processa Heinz porque macarrão com queijo leva mais que três minutos e meio a cozinhar

Uma mulher do estado norte-americano da Florida, processou a multinacional Kraft Heinz por cinco milhões de dólares argumentando que o seu famoso macarrão com queijo leva mais tempo a cozinhar do que o anunciado na embalagem.