Info

Covid-19: Marcelo afirma que há maioria de dois terços para estado de emergência "muito limitado"

| Política
Porto Canal com Lusa

Lisboa, 02 nov 2020 (Lusa) - O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, afirmou hoje que existe uma maioria de pelo menos dois terços para aprovar um estado de emergência "muito limitado", após ter ouvido os partidos com representação parlamentar.

Em entrevista à RTP, o chefe de Estado realçou que está em causa um estado de emergência "muito limitado, de efeitos sobretudo preventivos", e não "apontando para o confinamento total ou quase total" que aconteceu entre 19 de março e 02 de maio.

"É esta a inclinação dos partidos que ouvi - vamos ver se é inclinação dos parceiros económicos e sociais. Mas é a inclinação do próprio Governo. E o Presidente da República está a ponderar", afirmou Marcelo Rebelo de Sousa.

No seu entender, desde a primavera, quando "havia uma unidade" entre responsáveis políticos em Portugal em relação ao combate à covid-19, "a política mudou, os setores políticos mudaram".

"Se perguntar neste momento por um confinamento, já não digo total, mas um confinamento muito vasto, a resposta é não. A resposta é sim a um estado de emergência limitado: sim, com quem diga não e quem se abstenha, mas sim de uma maioria clara", referiu.

Marcelo Rebelo de Sousa acrescentou que "é uma maioria que está nos dois terços ou acima dos dois terços" em defesa desse "estado de emergência limitado", e observou "Se isto não é uma maioria clara - uma maioria de revisão constitucional - não sei o que é uma maioria clara".

IEL // SF

Lusa/Fim

+ notícias: Política

Rui Moreira absolvido no processo Selminho

O presidente da Câmara do Porto, Rui Moreira, foi hoje absolvido no processo Selminho, no qual estava acusado de prevaricação por favorecer a imobiliária da família, de que era sócio, em detrimento do município portuense.

Francisco Rodrigues dos Santos: "Apelo aos Portugueses que saibam que nenhum voto no CDS será desperdiçado" 

Francisco Rodrigues dos Santos, Presidente do CDS-PP, esteve na manhã desta sexta-feira, naquele que é o sexto dia de campanha eleitoral, no Mercado do Bolhão, no Porto, junto dos comerciantes e, em declarações à comunicação social, apela aos "Portugueses que saibam que nenhum voto no CDS será desperdiçado", referindo que "as pessoas que votarem no CDS podem ter a certeza que esses votos, esses deputados que elegemos, vão formar uma nova maioria direita contra António Costa e a extrema esquerda".

A caminho da decisão: Habitantes de Joane dividem-se entre o PS e o Chega

Os habitantes de Joane, freguesia de Vila Nova de Famalicão, mostraram-se, em declarações ao Porto Canal, dividos entre o PS e o Chega, sendo que nas últimas Legislativas em 2019 deram a vitória ao PS com 37,6%, com o PSD a perder votos, obtendo 31,6%. 

Atenção: este é um espaço público e moderado. Não forneça os seus dados pessoais (como telefone ou morada) nem utilize linguagem imprópria.