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Covid-19: Estados Unidos pedem à Arábia Saudita para acalmar mercados de energia

| Mundo
Porto Canal com Lusa

Washington, 25 mar 2020 (Lusa) -- O secretário de Estado norte-americano, Mike Pompeo, pediu hoje à Arábia Saudita, o principal exportador mundial de petróleo, para "tranquilizar os mercados de energia", perante a iminente crise económica provocada pela pandemia de covid-19.

Durante uma conversa com o príncipe herdeiro saudita Mohamed bin Salman, na terça-feira, Pompeo disse que Riade, que este ano preside ao grupo dos 20 países mais ricos e emergentes (G20), tem uma "oportunidade real de se mostrar à altura dos desafios", neste momento de crise.

"Concordamos que todos os países devem trabalhar juntos para combater a pandemia e estabilizar os mercados financeiros e de energia", disse o secretário de Estado norte-americano, na sua conta da rede social Twitter, comentando a conversa com Mohamed bin Salman.

Os preços do petróleo caíram vertiginosamente nas últimas semanas, perante o cenário de crise pandémica e pela guerra comercial entre a Arábia Saudita e a Rússia.

A Arábia Saudita vai conduzir, quinta-feira, uma cimeira virtual dos líderes do G20, para abordar a crise global provocada pela pandemia covid-19.

O Presidente dos EUA, Donald Trump, saudou a queda de preços dos combustíveis para os consumidores, mas não escondeu a preocupação com o futuro dos produtores norte-americanos de petróleo.

O novo coronavírus, responsável pela pandemia da covid-19, já infetou perto de 428 mil pessoas em todo o mundo, das quais morreram mais de 19.000.

Depois de surgir na China, em dezembro, o surto espalhou-se por todo o mundo, o que levou a Organização Mundial da Saúde (OMS) a declarar uma situação de pandemia.

Vários países adotaram medidas excecionais, incluindo o regime de quarentena e o encerramento de fronteiras.

RJP // FPA

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Um outro bombardeamento, que atingiu a cidade de Kharkiv (também no leste), a segunda maior da Ucrânia, matou três pessoas e deixou sete feridas, duas delas com gravidade, anunciou o governador regional, Oleg Synegoubov, apelando aos moradores para terem "muito cuidado e, se possível, não saírem dos abrigos".

Outros dois civis foram mortos e seis ficaram feridos na região de Donetsk, segundo o governador, Pavlo Kyrylenko.

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