Covid-19: Taxa de letalidade é de cerca de um por cento mas "pode evoluir" - DGS

| País
Porto Canal com Lusa

A taxa de letalidade por covid-19 é atualmente de cerca de um por cento que "está aquém" de valores registados noutros países, afirmou hoje a diretora-geral da Saúde.

Contudo, esta taxa pode evoluir para "outro tipo de valores", porque Portugal tem ainda "muito poucos doentes com história de internamento muito prolongado", ressalvou Graça Freitas, na conferência de imprensa diária das autoridades de saúde sobre a situação da pandemia do novo coronavírus, que causa a doença da covid-19.

"Nós começámos a internar e a detetar casos do dia 02 [de março] e hoje é dia 21 e, portanto, ainda pode acontecer que alguns destes doentes venham a morrer", disse Graça Freitas na conferência, em que esteve presente a ministra da Saúde, Marta Temido.

Portugal elevou hoje para 12 o número de mortes associadas ao vírus da covid-19, o dobro face a sexta-feira, segundo o boletim da Direção-Geral da Saúde (DGS), que regista 1.280 casos confirmados de infeção.

Segundo a DGS, há 156 doentes internados, 35 dos quais em cuidados intensivos. A grande maioria (1.124) está a recuperar em casa.

+ notícias: País

"O bardamerda do Seixas da Costa": do tiro a um camarada do Exército ao escândalo do Tua - as polémicas de um delfim do regime

Francisco Seixas da Costa foi condenado esta segunda-feira por difamar Sérgio Conceição. O antigo embaixador referiu-se ao técnico portista como “javardo”, na rede social Twitter, a 31 de março de 2019. Esta é apenas a última de muitas polémicas que envolveram Seixas da Costa.

Ministério ordena investigação ao caso de estudante favorecido para entrar em Medicina na Católica

Contactado pelo Porto Canal, o Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior afirmou que a admissão do aluno em Medicina, na Universidade Católica, por ser “descendente de beneméritos” da Instituição, está sob alçada da Inspeção-Geral da Educação e Ciência, que irá apurar a "legalidade da situação identificada". 

Sindicato dos Guardas prisionais acusa Direção-Geral de negar o direito à greve dos profissionais

A Direção-Geral dos Serviços Prisionais é acusado de forçar os guardas a cumprir os serviços mínimos negando o direito à greve.