Info

Eleições: Programa eleitoral tem margem de 597 ME para prestações sociais e investimento

| Política
Porto Canal com Lusa

Lisboa, 20 set 2019 (Lusa) -- O ministro das Finanças, Mário Centeno, disse hoje que o PS introduziu no seu programa eleitoral uma margem orçamental adicional na despesa de 597 milhões de euros para acomodar medidas na área das prestações sociais e investimento.

"Introduzimos as margens orçamentais necessárias para acomodar as medidas de prestações sociais e investimentos acrescidas pelo programa eleitoral que não estavam contidas no Programa de Estabilidade [do Governo]", afirmou hoje, em conferência de imprensa, na sede dos socialistas, o candidato a deputado pelo círculo de Lisboa.

Em 2023, essa margem adicional na despesa será de 597 milhões de euros, dos quais 142 milhões de euros são para prestações sociais e 373 milhões de euros para investimento, precisou.

Desde a apresentação pública do programa eleitroral do PS, vários analistas, assim como o Bloco de Esquerda, criticaram os socialistas por não terem apresentado qualquer estimativa sobre o impacto finaceiro das medidas constantes no documento.

Ao apresentar estes valores, Centeno disse que a preocupação do partido foi a de "garantir que em Portugal já não há retificativos nas contas públicas".

"As contas que apresentámos são totalmente transparentes e garantem para 2023 a mesma credibilidade. Não há cheques em branco, mas também não há cheques carecas", acrescentou.

ICO/PMF // JNM

Lusa/Fim

+ notícias: Política

Rui Rio anuncia recandidatura à liderança do PSD

O presidente do PSD, Rui Rio, anunciou hoje que é candidato nas próximas eleições internas, afirmando estar disponível para enfrentar as adversidades inerentes, mas não as deslealdades e boicotes internos.

Governo: Costa com equipa de 50 secretários de Estados entre os quais 18 mulheres

O primeiro-ministro indigitado, António Costa, apresentou hoje ao Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, uma equipa de 50 secretários de Estado para o XXII Governo Constitucional, entre eles 18 mulheres.

Vários portugueses assinaram manifesto que defende uma solução política e não judicial na Catalunha

Vários nomes portugueses assinaram um manifesto que sublinha que o problema na Catalunha é de natureza eminentemente política e que, por isso, carece de soluções políticas e não judiciais. Os subscritores defendem a amnistia imediata dos líderes políticos e associativos catalães presos e que sejam levantadas as acusações contra todos os cidadãos catalães que participaram na organização do referendo de outubro de 2017. Fernando Rosas, André Freire e Manuel Loff são alguns dos subscritores.

Atenção: este é um espaço público e moderado. Não forneça os seus dados pessoais (como telefone ou morada) nem utilize linguagem imprópria.