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Escolas de Gaia vão receber 47 novos funcionários

| Norte
Porto Canal com Lusa

As escolas de Vila Nova de Gaia vão receber 47 novos assistentes operacionais, indicou esta terça-feira a Federação das Associações de Pais do Concelho de Gaia (FEDAPAGAIA) citando informação transmitida pela Direção-Geral de Estabelecimentos Escolares (DGEsTE Norte).

Atualizado 03-04-2019 11:11

O diretor regional “disse-nos que para o terreno vão 47 assistentes operacionais a tempo inteiro e que esta decisão vai ser transmitida de imediato aos senhores diretores das escolas que, respeitando as regras da contratação pública, vão poder contratar. É importante e uma notícia fantástica para nós, mas a situação não fica totalmente resolvida", afirmou o presidente da FEDAPAGAIA, José Cardoso, à saída de uma reunião com a DGEsTE Norte.

O encontro entre a federação e a DGEsTE Norte aconteceu esta manhã, no Porto, depois de cerca de 150 pessoas de associações de pais de Vila Nova de Gaia terem estado concentradas junto às instalações daquela direção-geral para exigir ao Governo a colocação de mais funcionários nas escolas.

José Cardoso, acompanhado de alguns pais, esteve no interior da DGEsTE cerca de 30 minutos e, à saída, transmitiu aos jornalistas a garantia de que serão colocados funcionários "a tempo do próximo ano letivo".

"Era isso que queríamos porque não temos condições para começar um ano letivo nestas condições. Vamos manter a atenção para que os funcionários que faltam também sejam garantidos", disse José Cardoso que, em declarações à agência Lusa na semana passada, estimou que faltem "pelo menos 70 funcionários" nas escolas de Gaia.

A FEDAPAGAIA representa 90 associações, o que corresponde a cerca de 70.000 pais de um universo de cerca de 210 escolas.

Hoje centena e meia e pais e encarregados de educação juntaram-se com cartazes e faixas nos quais se leem frases como "Faltam funcionários para Acompanhar alunos em caso de acidente" ou "Falta vigilância nos recreios, blocos e balneários", entre outras.

"Alertamos para a falta de vigilantes nos recreios, serviços fechados, falta de funcionários para levar os nossos filhos ao hospital em caso de acidente e outras situações. A situação não é de agora, mas tem-se agravado pelas baixas médicas prolongadíssimas de funcionários que têm de pedir baixa por sobrecarga de trabalho", resumiu José Cardoso.

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