Taxa de desemprego baixa para os 15,6% no terceiro trimestre

| Economia
Porto Canal

A taxa de desemprego em Portugal foi de 15,6% no terceiro trimestre, 0,8 pontos percentuais abaixo do trimestre anterior e menos 0,2 pontos que no mesmo período de 2012, segundo o Instituto Nacional de Estatística (INE).

Segundo os resultados do Inquérito ao Emprego do INE, entre julho e setembro, a população desempregada foi de 838,6 mil pessoas, o que representa uma diminuição homóloga de 3,7% e uma diminuição trimestral de 5,3% (menos 32,3 mil e menos 47,4 mil pessoas, respetivamente).

Já a população empregada foi de 4,55 milhões de pessoas, o que traduz uma diminuição homóloga de 2,2% e um aumento trimestral de 1,1% (menos 102,7 mil e mais 48 mil pessoas, respetivamente).

Os números divulgados pelo INE contrariam as estimativas dos economistas contactados pela Lusa, que esperavam que a taxa de desemprego no terceiro trimestre voltasse a aumentar depois de ter diminuído para 16,4% no segundo trimestre de 2013.

Rui Bernardes Serra, economista chefe do Montepio, e Paula Gonçalves Carvalho, do departamento de Estudos Económicos e Financeiros do BPI apontavam para uma subida da taxa de desemprego para 16,7% e 16,9%, respetivamente.

As mais recentes previsões do Governo, incluídas na proposta de Orçamento do Estado para 2014, apontam para que a taxa de desemprego atinja os 17,4% em 2013 e 17,7% no próximo ano.

+ notícias: Economia

Tribunal de Contas atento ao acolhimento das recomendações

O presidente do Tribunal de Contas, José Tavares, afirmou que o Tribunal “continuará ativo” em relação ao Novo Banco nomeadamente ao nível da aplicação das recomendações formuladas nas auditorias.

Inspeção-Geral de Finanças já deu parecer positivo a pagamento da 2.ª tranche

A Inspeção-Geral das Finanças deu parecer positivo ao pagamento da segunda tranche do Plano de Recuperação e Resiliência, no valor de cerca de dois mil milhões de euros, seguindo agora o pedido de Portugal para Bruxelas.

Euribor volta a subir para novos máximos a três, seis e 12 meses

As taxas Euribor voltaram esta terça-feira a subir a três, a seis e a 12 meses para novos máximos em mais de 10 anos.