INÍCIO

40 ANOS DEPOIS | “é o acordar que nos mata”

“é o acordar que nos mata”

Partiram quase todos na flor da juventude. Na Guiné, em Angola e em Moçambique viveram momentos trágicos. Hoje têm cabelos brancos e continuam a criticar a forma como o Estado reconhece todos aqueles que ao longo de 13 anos combateram em nome do país.
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