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"Temos de ter atitude competitiva até ao final"

| FC Porto
Porto Canal com fcporto.pt

O FC Porto entrou no Estádio Municipal de Braga em plena série de seis vitórias consecutivas e, de acordo com Sérgio Conceição, subiu ao relvado da Pedreira com o objetivo de conquistar mais três pontos. Após o apito final de Jorge Sousa, o técnico portista ressalvou “uma grandíssima primeira parte do FC Porto” e a eficácia de um SC Braga que “no primeiro remate enquadrado, chega ao empate”. “Nunca fico melindrado e chateado quando há um erro de nível técnico”, confidenciou o treinador dos Dragões, antes de esclarecer o que não gosta de ver: “fico mais aborrecido quando não há atitude competitiva”. A final da Taça de Portugal pode ter entrado “no subconsciente dos jogadores”, mas não com o contributo de Sérgio Conceição: “Não foi isso que foi pedido nem foi isso que foi preparado”.

Primeira parte azul e branca de grande nível
“Houve uma grandíssima primeira parte do FC Porto. Conseguimos fazer um golo, tivemos ainda duas ou três ocasiões, inclusive um golo que foi anulado por fora-de-jogo. Penso que o SC Braga não chegou nenhuma vez à nossa baliza, não teve nenhum remate enquadrado. Na segunda parte, na situação do golo, temos um jogador no chão, o Luis Díaz. A jogada continuou, desenrolou-se, o árbitro marcou falta nessa situação, quando temos um jogador que se lesiona. Numa segunda bola, no primeiro remate enquadrado, o SC Braga chega ao empate. Obviamente que lhes deu confiança, uma equipa que necessitava muito de ganhar este jogo, assim como nós. Pelos três pontos e por aquilo que fizemos, pela forma como merecíamos acabar, que não esta. Com a imagem que demos na primeira parte, até aos 55 minutos, que foi o primeiro golo. Depois, entretanto, com a saída do Luis, parte daquilo que foi estrategicamente preparado, e não entendendo tão bem aquilo que era pedido da parte dos jogadores que acabaram o jogo, houve alguma superioridade do SC Braga na parte final.”

Dragões entraram para ganhar
“Eu acredito que os jogadores que têm sido muito utilizados, e viu-se, foram ao máximo. Viemos aqui para ganhar o jogo, aquilo que posso questionar é um ou outro jogador que entrou e não interpretou tão bem. Nunca fico melindrado e chateado quando há um erro de nível técnico. Agora, fico mais aborrecido quando não há atitude competitiva. Temos de ter atitude competitiva até ao final. É um jogo onde tínhamos falado que precisávamos de ser iguais a nós próprios. Até porque estivemos três meses parados, sem competição. Estes jogadores vêm de há alguns jogos a jogar. Quando acaba uma época temos um mês e meio de férias e aqui tivemos o dobro. Os jogadores estavam bem, precisam de competição. À medida que nós iniciámos esta retoma, a equipa foi subindo de nível, e hoje era mais um jogo importante para ganharmos três pontos. Obviamente, em termos do objetivo da equipa, é muito o próximo jogo da final da Taça de Portugal. Talvez entrasse no subconsciente dos jogadores, mas não deveria porque não foi isso que foi pedido nem foi isso que foi preparado.”

Entrada de Zé Luís ao intervalo
“A troca teve a ver com alguma fadiga do Soares”.

Gravidade da lesão de Matheus Uribe
“Ainda não sabemos.”

Saída de Luis Díaz com problemas físicos
“Penso que não será nada de preocupante”

Treinadores também têm dias menos bons
“Vou arrumar este jogo e dar os parabéns aos jogadores por este campeonato. Porque somos nós os campeões, apesar desta azia. Agora há o próximo jogo que temos, um título para disputar. Estamos fortíssimos, como vocês viram aqui no início do jogo. Por todos os pormenores e algumas substituições que eu fiz na equipa, não fui feliz no que mudei. Mas faz parte, há dias menos bons, também para os treinadores.”

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