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PCP/Porto questiona Governo sobre despedimentos e suspensão de tanques na Petrogal

PCP/Porto questiona Governo sobre despedimentos e suspensão de tanques na Petrogal
| Norte
Porto Canal com Lusa

O PCP questionou hoje o Governo sobre a alegada “suspensão de construção de novos tanques na [refinaria da] Petrogal do Porto” por “falta de dinheiro para continuar a obra”, levando “ao despedimento de trabalhadores”.

“Esta semana, as empresas responsáveis pela construção dos novos tanques despediram os trabalhadores com a justificação de que a Petrogal lhes havia comunicado que não tinha dinheiro para continuar com a obra”, da refinaria do concelho de Matosinhos, distrito do Porto, alerta o PCP na pergunta dirigida ao ministério do Ambiente, entregue na Assembleia da República e divulgada em comunicado.

Os deputados do Porto do PCP lembram que “o Governo é o segundo maior acionista da Galp”, proprietária da refinaria e que esta “acaba de distribuir 580 milhões de euros em dividendos”, questionando se “já reconhece o Governo os perigos da sucessiva descapitalização da empresa?”.

“Como é possível que uma empresa que acaba de distribuir 580 milhões de euros em dividendos há menos de um mês esteja a necessitar de tomar medidas como a descrita?”, pergunta o PCP.

Os deputados descrevem que “a refinaria da Petrogal no Porto tinha em curso um processo de construção de novos tanques reservatórios” e que, “no desenvolvimento deste processo, as obras foram adjudicadas a empresas especializadas, designadamente na área de construção metálica”.

Essas empresas, dizem, “estavam a trabalhar já na própria refinaria há algumas semanas”.

Os comunistas pergunta “como é possível que uma das maiores empresas nacionais esteja a somar crise à crise, em vez de contribuir para acelerar a recuperação económica?”.

Quais “as consequências da não construção dos reservatórios”, se eles “eram necessários”, é outra das questões do PCP.

“O Governo é o segundo maior acionista da Galp e tem-se mostrado alinhado com as opções da gestão da empresa, razão pela qual os deputados do PCP pediram explicações”, justifica a Direção da Organização Regional do Porto (DORP) do PCP no comunicado.

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