Info

Covid-19: G20 vai injetar 5 biliões de dólares na economia mundial

| Economia
Porto Canal com Lusa

Riade, 26 mar 2020 (Lusa) - Os dirigentes de países membros do G20 anunciaram hoje a intenção de injetar "mais de cinco biliões de dólares" na economia mundial para "contrariar as consequências sociais, económicas e financeiras da pandemia" de covid-19.

"Estamos firmemente decididos a apresentar uma frente unida contra essa ameaça comum", referiram os representantes das grandes potências mundiais num comunicado divulgado após uma reunião extraordinária por videoconferência, presidida pelo rei Salman da Arábia Saudita.

A reunião ocorreu numa altura em que os países mais desenvolvidos adotam medidas para atenuar os efeitos da pandemia nas suas próprias economias, como aconteceu com a Alemanha e com os Estados Unidos, por exemplo.

As 20 maiores economias mundiais anunciaram também que vão trabalhar com as organizações internacionais "para aplicar um conjunto de medidas financeiras sólidas, coerentes, coordenadas e rápidas".

Os membros do G20 apelaram a instituições como a Organização Mundial de Saúde e o Fundo Monetário Internacional (FMI) para "ajudarem os países emergentes e em desenvolvimento a enfrentarem os impactos sanitários, económicos e sociais da covid-19".

Os países que integram o G20 são os Estados Unidos, Rússia, China, França, Alemanha, Reino Unido, Argentina, Austrália, Brasil, Canadá, Índia, Indonésia, Itália, Japão, México, Coreia do Sul, África do Sul, Turquia, Arábia Saudita e União Europeia.

EO // EA

Lusa/Fim

+ notícias: Economia

Conselho das Finanças Públicas "muito preocupado" com impacto de despesas como a TAP

A presidente do Conselho das Finanças Públicas, Nazaré Costa Cabral, alertou no sábado que o impacto de despesas como a do processo da TAP pode comprometer necessidades nas áreas da saúde e da segurança social.

"O plano de revitalização (da Efacec) deve manter os postos de trabalho"

Luísa Salgueiro, Presidente da Câmara Muncipal de Matosinhos, afirma que o "plano de revitalização (da Efacec) deve manter os postos de trabalho" e que o "sucesso próximo não depende incontornavelmente de uma solução exclusiva de capital público".

Atenção: este é um espaço público e moderado. Não forneça os seus dados pessoais (como telefone ou morada) nem utilize linguagem imprópria.