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Autoridade Marítima ajuda na limpeza do óleo na serra de Santa Justa em Valongo

Autoridade Marítima ajuda na limpeza do óleo na serra de Santa Justa em Valongo
| Norte
Porto Canal com Lusa

Os trabalhos de prevenção da contaminação com óleo de automóvel das águas da serra de Santa Justa, em Valongo, tiveram, esta terça-feira, a colaboração da Autoridade Marítima, estimando a autarquia que até ao final do dia tenham concluída a tarefa.

Segundo a fonte da câmara do distrito do Porto, os trabalhos foram hoje reforçados com a presença de uma equipa da Autoridade Marítima "a quem a autarquia pediu os meios e os recursos para tentar minimizar os problemas ambientais decorrentes do depósito de óleos de automóvel em duas minas da serra".

Em declarações à Lusa, o comandante da capitania do Porto, Cruz Martins, explicou que o facto de estarem a atuar "fora da sua área de jurisdição" aconteceu por solicitação da autarquia liderada pelo socialista José Manuel Ribeiro.

"Temos a Norte capacidade de combate à poluição por hidrocarbonetos. Temos uma série de meios e pessoal treinado para acorrer a situações de poluição no mar ou em rios", disse Cruz Martins, explicando que a intervenção da equipa destacada "vai verificar-se ao nível da eliminação e recuperação dos óleos depositados no local".

E prosseguiu: "a equipa esteve ontem [segunda-feira] a avaliar a situação e hoje está a fazer a limpeza desses óleos, evitando que através das linhas de águas existente cheguem e contaminem os afluentes do rio Douro".

Segundo Cruz Martins, o óleo está a ser retirado "através da colocação de mantas absorventes de hidrocarbonetos" no interior e no exterior das minas, "acompanhando o curso do ribeiro, também, à superfície", acrescentou à Lusa a fonte da câmara.

O responsável da capitania disse que a câmara estimou "em cerca de 150 litros" a quantidade de óleo, em bidões e derramado, atirado para o Fojo das Pombas e para a G1, na serra de Santa Justa.

A Proteção Civil de Valongo, por seu lado, "lavou as paredes das minas sujas com o óleo", sendo depois a terra para onde este escorreu "recolhida em sacos e transportada para um aterro onde será depositada".

Segundo a Câmara de Valongo "em princípio, a intervenção fica concluída hoje".

A câmara denunciou a 15 de janeiro o depósito ilegal de detritos na serra de Santa Justa, tendo sido detetado no sábado, a poucos metros do Fojo das Pombas, mais detritos num outro acesso a uma das minas da serra.

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