Info

Eleição direta das Áreas Metropolitanas aguarda para não entravar Regionalização - António Costa

| Política
Porto Canal com Lusa

Vila Real, 30 nov 2019 (Lusa) -- O primeiro-ministro recusou hoje avançar já com a eleição direta para as Áreas Metropolitanas, para evitar "entraves a quaisquer desenvolvimentos futuros no processo de regionalização", revelando que a eleição das Comissões de Coordenação por um colégio de autarcas avança já em 2020.

"O Governo está disponível para não avançar já com a eleição direta par as Áreas Metropolitanas, para evitar entraves a quaisquer desenvolvimentos futuros no processo de regionalização", afirmou António Costa, no encerramento do XXIV da Associação Nacional de Municípios Portugueses (ANMP), em Vila Real.

O primeiro ministro notou que o Governo tem "ponderado a apreensão de muitos autarcas, das próprias Áreas Metropolitanas de Lisboa e do Porto e dos seus presidentes, de que as eleições diretas [por sufrágio universal] das Áreas Metropolitanas possam ser entendidas como entrave à regionalização".

Costa revelou que a intenção do Governo é avançar no primeiro semestre de 2020 com a eleição, por um colégio de autarcas, para as Comissões de Coordenação e Desenvolvimento Regional (CCDR).

"Este não é o passo que todos anseiam, mas é o que desde já deve ser dado para criar no país a confiança necessária para os passos seguintes", observou.

ACG // MAG

Lusa/fim

+ notícias: Política

Veja aqui as medidas do Plano de Estabilização Económica e Social

O Governo apresentou na quinta-feira o Plano de Estabilização Económica e Social, para fazer face aos efeitos da pandemia de covid-19, que inclui medidas como a prorrogação automática do subsídio de desemprego e a atribuição de um abono de família extra.

Covid-19: Fronteiras entre Portugal e Espanha só deverão abrir a 01 de julho

O Governo português garantiu esta quinta-feira que Ainda não há data para a reabertura das fronteiras com Espanha. A posição surge depois da Ministra do Turismo de Espanha ter dito que o país reabriria as fronteiras a partir de 22 de junho, um calendário já alterado pelo Governo espanhol.

Estado vai pagar entre 100 a 351 euros a trabalhadores que perderam rendimentos

O primeiro-ministro anunciou hoje que em julho será pago um complemento de estabilização, entre 100 e 350 euros, para compensar quem teve perda salarial relativamente a um mês de "lay-off" e tenha vencimento até 1.270 euros.

Atenção: este é um espaço público e moderado. Não forneça os seus dados pessoais (como telefone ou morada) nem utilize linguagem imprópria.