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Livro apresenta estudo sobre papel da tecnologia nos museus e visitantes

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Porto Canal com Lusa

Lisboa, 14 mar (Lusa) - Um livro sobre o papel da tecnologia nos museus e nos visitantes, através de um caso aplicado pela investigadora portuguesa Diana Marques, foi publicado pela Direção-Geral do Património Cultural (DGPC).

"Realidade Aumentada em Museus. A experiência do visitante" é o título do livro inserido na Coleção Estudos de Museus, projeto editorial da DGPC que divulga a investigação portuguesa na área da museologia.

De acordo com esta entidade, o livro - resultado de uma parceria com a Editora Caleidoscópio - incide no estudo de caso concebido e aplicado pela autora no Museu Nacional de História Natural do Instituto Smithsonian, em Washington.

Com o objetivo de revitalizar uma galeria de exposições no museu - o Bone Hall - foi desenvolvida uma aplicação móvel denominada "Skin & Bones".

Para estudar os efeitos da aplicação na experiência dos visitantes utilizaram-se métodos tradicionais e também métodos menos convencionais, inspirados na área da experiência do utilizador.

Diana Marques completou a licenciatura em biologia na Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa e diversos cursos de desenho e ilustração científica antes de frequentar o curso de pós-graduação na Universidade da Califórnia em Santa Cruz, nos Estados Unidos.

É professora assistente convidada na Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa, e colabora com o Instituto Superior de Educação e Ciências/Universidade de Évora.

Trabalha como 'freelancer' em Portugal e mantém colaborações com clientes internacionais como o museu de História Natural da Smithsonian Institution em Washington, onde trabalhou vários anos.

Iniciou em outubro de 2011 um doutoramento em médias digitais ao abrigo do programa de colaboração entre a Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto e a Universidade do Texas, em Austin.

Na Coleção Estudos de Museus, que com este atinge os 14 títulos já publicados, têm sido abordados, entre outros temas, as redes de museus, os públicos imigrantes, a mediação cultural, as acessibilidades e a iluminação museográfica.

Também já foram abordadas personalidades como José de Figueiredo, António Augusto Gonçalves, Vergílio Correia, Ernesto Vilhena e o Marquês de Sousa Holstein.

Os títulos são selecionados anualmente por um conselho editorial formado por docentes de várias universidades portuguesas, e dele fazem parte Alice Semedo, Fernando António Baptista Pereira, Pedro Casaleiro, Vítor Serrão, Raquel Henriques da Silva, o editor Jorge Ferreira e Clara Frayão Camacho, em representação da DGPC.

AG // MAG

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