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Licínio Pina recandidata-se à liderança do Banco Crédito Agrícola

| Economia
Porto Canal com Lusa

Redação, 11 mar (Lusa) -- As eleições a para Caixa Central de Crédito Agrícola Mútuo vão contar com uma lista encabeçada pelo atual líder da instituição, Licínio Pina, de acordo com um documento a que a Lusa teve acesso.

Assim, a lista entregue para o ato eleitoral, marcado para 25 de maio, apresenta Licínio Pina como candidato a presidente do Conselho de Administração Executivo, contando ainda com Ana Paula Raposo Ramos Freitas, José Fernando Maia Alexandre, Sérgio Manuel Raposo Frade e Sofia Maria Simões dos Santos Machado como vogais.

Esta candidatura, para o triénio 2019-2021, deu entrada até ao dia 04 de março e encontra-se "preliminarmente admitida", de acordo com o mesmo documento. Foi subscrita pela totalidade dos membros do Conselho Geral e de Supervisão em exercício de funções, revela a mesma nota.

O Conselho Geral e de Supervisão apresenta cinco candidatos a membros independentes, incluindo António Carlos Custódio de Morais Varela para a presidência, Vasco Manuel da Silva Pereira para a vice-presidência e três vogais: João Luís Correia Duque, Maria Helena Maio Ferreira de Vasconcelos e Vítor Fernando da Conceição Gonçalves. Há ainda quatro elementos não independentes.

A lista conta ainda com candidatos à Mesa da Assembleia Geral e ao Conselho Superior.

A candidatura será agora analisada pela Comissão de Avaliação da Caixa Central para uma decisão final sobre a sua admissão. Entretanto, haverá também lugar a uma análise do Banco de Portugal.

No final do ano passado terminou o mandato dos atuais órgãos sociais, pelo que estão em gestão corrente até às eleições.

A Caixa Central de Crédito Agrícola é responsável pela coordenação e supervisão das 80 Caixas de Crédito Agrícola Mútuo e é liderada por Licínio Pina desde 2013, há dois mandatos.

O gestor trabalha no banco há mais de 30 anos, sendo o seu lugar de origem a Caixa de Crédito Agrícola da Serra da Estrela.

O grupo conta com cerca de 650 agências e tem previsto fundir nos próximos anos 20 caixas, passando das atuais 80 para 60, justificando com a pouca rentabilidade e eficiência de algumas e ainda com a necessidade de cumprir exigências regulamentares que só são possíveis com caixas de maior escala.

Os resultados de 2018 ainda não são conhecidos, sabendo-se apenas que no primeiro semestre teve lucros de 64,2 milhões de euros. Já em 2017 obteve 150 milhões de euros de lucro.

ALYN (IM) // MSF

Lusa/Fim

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