Info

CGD: CDS quer primeira audição do inquérito a Carlos Costa e não exclui pedir exoneração

| Política
Porto Canal com Lusa

Lisboa, 11 fev (Lusa) -- O CDS-PP defendeu hoje que o governador do Banco de Portugal (Bdp) seja o primeiro a ser ouvido pela comissão parlamentar de inquérito à Caixa Geral de Depósitos (CGD), não excluindo um pedido de exoneração.

Em declarações à Lusa, o deputado e porta-voz do CDS-PP João Almeida considerou que a atividade anterior de administrador da CGD de Carlos Costa "está a arrastar o Banco de Portugal para o centro do debate", o que considera ser prejudicial para o seu papel de supervisor.

"Entendemos que, se até ao momento do início dos trabalhos da comissão de inquérito, o governador do Banco de Portugal não tomar outra posição sobre essa matéria, é imprescindível que seja ele o primeiro a ser ouvido na comissão de inquérito e na sequência dessa audição sejam retiradas consequências e os partidos façam a sua avaliação sobre as condições que o governador terá ou não para se manter no cargo", defendeu.

Questionado se o CDS-PP pondera pedir a exoneração de Carlos Costa, como fez hoje o BE, João Almeida respondeu afirmativamente.

"Quando o supervisor tem um governador que pede escusa num dos processos mais importantes que o banco tem para apurar, é indiscutível que a exoneração tem de se colocar", respondeu.

SMA // VAM

Lusa/fim

+ notícias: Política

Mário Centeno garante margem para aumentos salariais e ataca "devaneios" do Bloco

O ministro Mário Centeno acusou hoje o Bloco de Esquerda de ter um problema "endémico" com as contas e defendeu que há margem financeira crescente no Programa de Estabilidade para atualizações salariais na administração pública até 2023.

Marcelo e mais 31 líderes mundiais pedem que 2019 seja "o ano da ambição climática"

O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, e mais 31 líderes mundiais juntaram-se num apelo à comunidade internacional e aos Estados subscritores do Acordo de Paris para que 2019 seja "o ano da ambição climática".

José Soeiro diz que não é aceitável que as autoridades das condições de trabalho não fiscalize a Ryanair

Na ação de pré-campanha, desta quinta-feira no Porto, José Soeiro apontou baterias à forma como a Ryanair tem tratado os trabalhadores portugueses.

Atenção: este é um espaço público e moderado. Não forneça os seus dados pessoais (como telefone ou morada) nem utilize linguagem imprópria.