Info

Aliança/Congresso: Santana Lopes defende que "todos devem ter o seu seguro de saúde"

| Política
Porto Canal com Lusa

Évora, 10 fev (Lusa) -- O presidente da Aliança, Pedro Santana Lopes, defendeu hoje a generalização dos seguros de saúde para todos os portugueses, considerando "insustentável que só os ricos possam aceder ao sistema privado".

"Todos devem ter o seu seguro de saúde", defendeu o líder da Aliança no encerramento do I Congresso do partido, que decorreu em Évora.

Pedro Santana Lopes recordou que cerca de metade dos portugueses não têm sequer rendimentos que lhe permitam pagar IRS, pelo que no acesso aos seguros de saúde "precisam de ser apoiados".

É preciso "mudar a estrutura de financiamento do Serviço Nacional de Saúde", acentuou o presidente da Aliança e ex-primeiro-ministro, concluindo: O SNS, assim como está, não dá".

"Temos de generalizar os seguros de saúde", preconizou, numa altura em que os partidos políticos debatem no parlamento a lei de bases da saúdem concluindo que "é insustentável que só os ricos possam escolher entre o serviçe público e o serviço privado de saúde".

JPS // JPS

Lusa/Fim

+ notícias: Política

Só 17% dos portugueses diz ser "extremamente provável" ir votar nas eleições Europeias

Apenas 17% dos portugueses considera ser extremamente provável ir às urnas nas próximas eleições europeias, a terceira percentagem mais baixa na União Europeia (UE), revela o Eurobarómetro publicado hoje pelo Parlamento Europeu (PE).

Presidente da Câmara da Maia mostra-se tranquilo e diz que confia na Justiça

O autarca da Câmara Municipal da Maia diz estar tranquilo com a ação interposta pela oposição e que culminou com a perda de mandato. António Silva Tiago mantem-se em funções até que seja decidido o recurso.

Presidente da República considera "irrealista" qualquer reforma do SNS que "feche totalmente" a porta aos privados

O Presidente da República considera que qualquer proposta de reforma da Lei de Bases da Saúde que feche totalmente a hipótese da sua gestão por privados "é uma lei irrealista", mas a proposta do Governo "abre essa hipótese".

Atenção: este é um espaço público e moderado. Não forneça os seus dados pessoais (como telefone ou morada) nem utilize linguagem imprópria.