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Sindicato dos Enfermeiros diz que urgência está em rutura no Hospital de Aveiro

Sindicato dos Enfermeiros diz que urgência está em rutura no Hospital de Aveiro
| Norte
Porto Canal com Lusa

O Sindicato dos Enfermeiros Portugueses considera que se vive uma “situação de rutura” na urgência do Centro Hospitalar Baixo Vouga, com 40 a 50 doentes acumulados nos corredores, em todos os turnos.

Em comunicado, aquele sindicato reafirma a “urgente necessidade de admissão de enfermeiros para todo o Centro Hospitalar Baixo Vouga, nomeadamente para o serviço de Urgência”.

“Não temos dúvidas em afirmar que, a manter-se esta situação no Serviço de Urgência Geral, poderá estar em causa a qualidade e segurança dos cuidados prestados. Os enfermeiros estão no limite e é impossível continuar a trabalhar nestas condições refere comunicado sindical.

O SEP diz que “não sendo esta uma situação nova, a mesma se tem vindo a agudizar, sem que tenham sido tomadas medidas no sentido de a colmatar”.

“O que atualmente se verifica é o aumento do número de doentes existentes nos corredores do serviço (entre 40 a 50 em todos os turnos) que aguardam internamento de Medicina Interna”, sendo que esse aumento de doentes e horas de cuidados de enfermagem que são necessários prestar não tem sido acompanhado pelo necessário reforço do número de enfermeiros no serviço/turnos”, descreve aquele sindicato.

Contactada pela Lusa, a administração do Centro Hospitalar do Baixo Vouga esclarece que a situação atual da Urgência “se enquadra num pico de afluência contingencial, refutando a situação de caos” referida no comunicado sindical.

“A afluência ao Serviço de Urgência, quer de Aveiro quer de Águeda, tem vindo a aumentar desde o início do mês de janeiro, o que coincide com o aumento da atividade gripal”, refere o conselho de administração.

Aquele órgão dá conta de que “foi acionado, à semelhança de anos anteriores, o Plano de Contingência que, entre outras medidas, contempla a abertura de 43 camas extra e o reforço das equipas médicas, de enfermagem e assistentes operacionais”.

A administração hospitalar garante mesmo que “comparada com o mesmo período do ano anterior, a média da procura é equivalente” e perspetiva que a atividade gripal entre numa fase decrescente nos próximos dias, com a total regularização do movimento da Urgência.”

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