Info

Ministro da Defesa exige lista das casas do IASFA e novas regras para o arrendamento

| Política
Porto Canal com Lusa

Lisboa, 12 out (Lusa) -- O ministro da Defesa, Azeredo Lopes, exigiu ao Instituto de Ação Social das Forças Armadas (IASFA) que entregue até hoje uma lista discriminada das casas arrendadas e que determine novas regras para o regime de renda livre.

Num despacho assinado quarta-feira, a que a Lusa teve hoje acesso, Azeredo Lopes salienta que "os factos tornados públicos" indiciam que as "informações sobre o património do IASFA continuam a não ser suficientes" e não permitem "um controlo apertado".

Azeredo Lopes determinou que o IASFA, presidido pelo general Xavier Matias, deve apresentar até 12 de outubro, "uma lista discriminada das frações em regime económico e em renda livre", com indicação dos arrendatários, tipologia, valor da renda e quais os critérios para a atribuição da fração.

O despacho foi assinado no mesmo dia em que o ministério da Defesa confirmou que uma casa arrendada ao IASFA, na Rua da Aliança Operária, Ajuda, estava a ser alugada a turistas através da plataforma `Airbnb´, uma situação ilegal e que levou à denúncia do contrato.

O contrato de arrendamento estava em nome do filho do major Vasco Brazão, que era fiador e surgia como anfitrião da casa na plataforma Airbnb. O major Vasco Brazão está em prisão domiciliária no âmbito do processo da recuperação do material militar furtado em Tancos.

No despacho, o ministro Azeredo Lopes determina o envio, ao seu gabinete, de todas as queixas que já deram entrada no Instituto sobre casos em que há indícios de que as frações não estão a ser usadas pelo arrendatário e as medidas tomadas.

Além disso, o IASFA "deve elaborar, no prazo máximo de 60 dias, um plano de ação para garantir que as frações arrendadas para habitação própria e permanente" não serão colocadas no mercado de alojamento local.

SF // JPF

Lusa/fim

+ notícias: Política

Marcelo promulga com dúvidas salário mínimo de 635,07 euros na função pública

O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, promulgou esta segunda-feira, embora expressando dúvidas sobre esta opção política, o decreto do Governo que atualiza de 580 para 635,07 euros o salário mínimo pago na função pública.

Ministro diz que Governo reconhece muitas sugestões da OCDE mas não tem de as seguir

O ministro Adjunto e da Economia afirmou esta segunda-feira que o Governo reconhece muitos dos problemas e sugestões apresentadas pela OCDE, mas frisou que são propostas da instituição que o executivo "não tem necessariamente que seguir".

Atualizado 19-02-2019 12:29

PSD vota a favor da moção de censura ao Governo do CDS-PP

O PSD vai votar a favor da moção de censura ao Governo apresentada pelo CDS-PP, apesar de considerar que "não tem qualquer efeito prático", revelou esta segunda-feira à Lusa o Grupo Parlamentar social-democrata.

Atenção: este é um espaço público e moderado. Não forneça os seus dados pessoais (como telefone ou morada) nem utilize linguagem imprópria.