Info

Jogadores de futebol americano desafiam Trump com protestos durante hino nacional

| Mundo
Porto Canal com Lusa

Washington, 10 ago (Lusa) - Numerosos jogadores da liga profissional de futebol americano (NFL) desafiaram hoje o Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, com novos protestos durante o hino nacional no primeiro dia da pré-temporada do campeonato.

Ajoelhados, levantando os punhos, sentados nos bancos ou nos vestiários, os jogadores mantiveram protestos contra a injustiça social e a violência policial contra os afro-americanos.

Com os protestos, os jogadores não só desafiaram Trump, mas também a NFL, que estreia nesta temporada um novo regulamento para multar as equipas cujos membros se ajoelhem durante o hino nacional, apesar de poderem ficar no balneário até ao início da partida.

Donald Trump comemorou a aprovação do novo regulamento em maio e disse que os atletas que não se levantam durante o hino "provavelmente não deveriam estar no país".

O Presidente norte-americano chegou mesmo a pedir que a NFL expulsasse os jogadores que repetissem os protestos durante toda a temporada.

A Casa Branca suspendeu em junho a receção tradicional dos campeões da NFL, neste caso os Eagles, depois de muitos dos seus jogadores optarem por não comparecer ao evento.

Trump também não convidou o campeão da liga de basquetebol (NBA), o Golden State Warriors, depois de Lebron James, ainda nos Cleveland Cavaliers, ter anunciado que a equipa vencedora não iria à Casa Branca.

JMC // FST

Lusa/Fim

+ notícias: Mundo

Número de mortos contabilizados por Moçambique devido ao ciclone sobe para 417

O número de mortos contabilizados por Moçambique, devido ao ciclone Idai, subiu este sábado para 417, anunciaram hoje as autoridades.

Forças Democráticas Sírias anunciam fim do "califado" do Estado Islâmico na Síria

As Forças Democráticas Sírias anunciaram este sábado que o "califado" do grupo extremista Estado Islâmico (EI) foi totalmente eliminado, após combates em Bagouz, o último reduto 'jihadista' na Síria.

PJ de Macau desmantela rede que lucrou 35,1 ME com negócio da prostituição desde 2017

As autoridades de Macau detiveram 13 membros de um grupo suspeito de lenocínio e associação criminosa que a Polícia Judiciária (PJ) acredita ter obtido, desde 2017, 313 milhões de dólares de Hong Kong (35,1 milhões de euros).

Atenção: este é um espaço público e moderado. Não forneça os seus dados pessoais (como telefone ou morada) nem utilize linguagem imprópria.