Info

Associação de Profissionais da Guarda fala em "caos" no atendimento 112 no Porto

Associação de Profissionais da Guarda fala em "caos" no atendimento 112 no Porto
| Norte
Porto Canal com Lusa

A Associação Profissionais da Guarda (APG/GNR) referiu hoje que o serviço de atendimento do 112 que assegura as chamadas urgentes nos distritos do Norte e Centro do país está a viver um "período de caos" por falta de operacionais, o que cria "atrasos".

Em declarações à agência Lusa, o presidente da APG/GNR, César Nogueira, apontou que "o serviço de 112 do Porto deveria ter 60 operacionais, mas atualmente só conta com 46".

Ainda de acordo com a mesma fonte, estão a ser feitos três turnos diários, cada um com seis ou oito pessoas quando todos, aponta a associação, "deveria 12 operacionais".

"Aliás é por causa disso que existem 12 postos de trabalho no serviço. Isto foi criado no final do ano passado, início o atual [antes o serviço estava centralizado a nível nacional no posto de atendimento do Sul], mas nunca funcionou a 100%. Naturalmente que nas férias e numa fase em que há incêndios, o caos é maior", disse César Nogueira.

A agência Lusa procurou obter uma reação junto do Ministério da Administração Interna, que remeteu para a Polícia de Segurança Pública.

No entanto, esta força policial apontou que não faria comentários sobre o tema.

+ notícias: Norte

Dois feridos e habitação destruída num incêndio numa "ilha" do Porto

Um homem e uma mulher sofreram este sábado ferimentos por queimaduras e inalação de fumos na sequência de um incêndio que destruiu uma casa de uma "ilha" do Porto (habitação de origem operária, típica da cidade), disse fonte dos Bombeiros.

GNR detém quatro suspeitos de tráfico de droga e apreende 8.500 doses em Santo Tirso

A Guarda Nacional Republicana (GNR) anunciou este sábado que deteve quatro homens em Santo Tirso (Porto) pertencentes "a uma rede organizada de tráfico de droga" que abastecia Valongo, Amarante e Marco de Canaveses (Porto), e apreendeu 8.500 doses de droga.

Alfaiate: uma profissão em extinção

Quarenta anos separam Manuel Rocha e Manuel Teles, ambos alfaiates, um há 77 anos e outro há apenas dez anos. Os dois estão na arte por paixão e lamentam a falta de seguidores e de escolas de formação.

Atenção: este é um espaço público e moderado. Não forneça os seus dados pessoais (como telefone ou morada) nem utilize linguagem imprópria.