Info

À espera de contas certas, negociações com professores seguem "dentro de momentos"

| País
Porto Canal com Lusa

Lisboa, 11 jul (Lusa) -- Governo e sindicatos de professores vão analisar os custos reais da recuperação do tempo de serviço congelado, criando para o efeito uma comissão técnica cuja primeira reunião decorre na próxima semana, remetendo a continuidade das negociações para setembro.

Esta foi a principal novidade saída hoje de uma reunião entre sindicatos de professores e Governo, com toda a equipa do Ministério da Educação e dois secretários de Estado das Finanças para discutir a recuperação do tempo de serviço congelado na carreira docente, a primeira do reatar de negociações.

"O Governo veio dizer que finalmente aceita que se crie uma comissão técnica para apurar quanto custa afinal o descongelamento", disse Mário Nogueira, num palanque montado frente ao Ministério da Educação (ME), perante cerca de um milhar de professores que ali se manifestou enquanto decorria a reunião.

IMA // JMR

Lusa/fim

+ notícias: País

Sindicato estima que o abastecimento fique normalizado em 48 horas

O Sindicato dos Motoristas de Matérias Perigosas estima que o abastecimento de combustível a nível nacional fique normalizado dentro de dois dias, depois de desconvocada a greve que durava desde segunda-feira.

Grande reportagem: Aptos a trabalhar, mas só no papel

Mais de metade das juntas médicas para pedir a reforma antecipada por invalidez não foram aceites pela Segurança Social, em 2018. No regime para os funcionários públicos, apenas 30% dos pedidos foram aprovados. Contamos-lhe três histórias de pessoas que não conseguem trabalhar, devido a problemas graves de saúde, mas os médicos consideram-nos aptos a exercer as profissões, mesmo contrariando os pareceres de outros clínicos. São decisões polémicas que tornam estes trabalhadores 'aptos a trabalhar, mas só no papel'.

Número de mortos na Madeira sobe para 29

O número de mortos do acidente que hoje ocorreu em Santa Cruz, na Madeira, aumentou para 29, com a morte de um dos feridos nos cuidados intensivos no hospital do Funchal, segundo esta unidade de saúde.

Atenção: este é um espaço público e moderado. Não forneça os seus dados pessoais (como telefone ou morada) nem utilize linguagem imprópria.