Jornal Diário Jornal das 13

Obama defende que Acordo de Paris ainda pode unir países contra alterações climáticas

| Mundo
Porto Canal com Lusa

O ex-Presidente dos EUA Barack Obama defendeu esta sexta-feira que, com o Acordo de Paris, ainda é possível juntar os países em torno de uma agenda comum contra as alterações climáticas e resolver um problema que transcende fronteiras.

Atualizado 07-07-2018 13:13

"O que vemos é que com o Acordo de Paris (...) ainda é possível ter os países em torno de uma agenda comum", destacou o 44.º Presidente dos Estados Unidos da América, que assumiu o combate às alterações climáticas como uma prioridade para os seus mandatos, entre 2009 e 2017.

Obama falava durante a cimeira "Climate Change Leadership", hoje no Porto, destinada a debater as alterações climáticas e a lançar um acordo de compromisso por uma economia mais verde e sustentável.

Para o ex-Presidente dos EUA, "o problema das alterações climáticas transcende fronteiras", e "não vamos resolver este problema sozinhos".

Questionado sobre o futuro do Acordo de Paris, lamentou que o seu sucessor tivesse uma posição diferente da sua quanto a alterações climáticas, mas disse acreditar que, no futuro, os EUA vão voltar a alinhar com a ciência.

"A má notícia é que o meu sucessor não concordou comigo. (...) A boa notícia é que outros esforços foram surgindo na economia e as empresas foram percebendo as vantagens de investir em energia limpa", assinalou.

Num discurso após a assinatura do Acordo de Paris, em dezembro de 2015, Obama defendeu que "nenhuma nação consegue resolver este problema sozinha" e que esta seria a "melhor hipótese de salvar o único planeta que temos".

"Este acordo envia uma mensagem poderosa, que o mundo está totalmente comprometido com um futuro de baixo carbono e que tem potencial para promover investimento e inovação em energia limpa", afirmou então nos EUA.

+ notícias: Mundo

Trabalhadores do McDonald's fizeram greve nos EUA contra o assédio sexual

Trabalhadores do McDonald's realizaram, na terça-feira, em dez cidades norte-americanas, uma greve laboral contra o assédio sexual na empresa, em consonância com o movimento #MeToo.

Chuvas na Nigéria provocam 100 mortos, autoridades estimam que número aumente

As autoridades nigerianas afirmaram que 100 pessoas morreram devido às inundações provocadas pelas chuvas fortes que se fizeram sentir no país nos últimos dias.

Mais de 600 estradas bloqueadas em Hong Kong após passagem do tufão Mangkhut

Mais de 600 estradas estão bloqueadas em Hong Kong devido aos destroços provocados pela passagem do tufão Mangkhut, no domingo, que deixou mais de 200 feridos naquele território, noticiou hoje um jornal local.

Atenção: este é um espaço público e moderado. Não forneça os seus dados pessoais (como telefone ou morada) nem utilize linguagem imprópria.