Info

Ex-diretor do Museu da Presidência acusado por peculato, falsificação e branqueamento

| Política
Porto Canal com Lusa

Lisboa, 17 mai (Lusa) -- O Ministério Público acusou hoje o antigo diretor do Museu da Presidência da República Diogo Gaspar de participação económica em negócio, falsificação de documento, peculato, tráfico de influência e branqueamento de capitais.

A informação consta da página na internet da Procuradoria-Geral Distrital de Lisboa (PGDL), que adianta ter acusado quatro arguidos, entre os quais o ex-diretor do Museu da Presidência (Diogo Gaspar), por abuso de poder, participação económica em negócio, falsificação de documento, peculato, tráfico de influência e branqueamento de capitais.

Entende o MP que "está suficientemente indiciado que entre 2004 e 2016, o arguido que exercia funções no Museu da Presidência da República (MPR) utilizou a sua posição, funções e atribuições e para obter vantagens patrimoniais e não patrimoniais indevidas, em seu benefício e de terceiros".

Na acusação, o Ministério Público exige a perda a favor do Estado de cerca de 7,8 mil euros, quantia indevidamente recebida pelo principal arguido e a pena acessória de proibição do exercício de funções como funcionário público.

CC/FC // HB

Lusa/fim

+ notícias: Política

Catarina Martins enaltece passes mais baratos e pede mais transportes

A coordenadora do BE, Catarina Martins, elogiou este domingo a medida orçamental negociada com o Governo para a descida do preço dos passes de transportes públicos, mas defendeu que deve ser acompanhada de mais investimento para haver mais meios disponíveis.

Assunção Cristas lamenta desinteresse de Costa por setor da saúde "em rutura"

A presidente do CDS-PP, Assunção Cristas, lamentou este sábado e o desinteresse do chefe do Governo pelo setor da saúde, descrevendo-o como "em rutura" devido à "austeridade escondida", numa conferência sobre o tema organizada pelo partido na sede de Lisboa.

Governo identifica quase duas centenas de pedreiras em situação crítica

O Governo identificou em 13% das pedreiras que dependem do Estado central, ou seja, 191 casos, "situações críticas", de acordo com o primeiro levantamento exaustivo das maiores pedreiras existentes em Portugal continental, a que o Expresso teve acesso.

Atenção: este é um espaço público e moderado. Não forneça os seus dados pessoais (como telefone ou morada) nem utilize linguagem imprópria.