Info

PR da Guiné-Bissau agenda eleições legislativas para 18 de novembro

| Mundo
Porto Canal com Lusa

Madrid, 16 abr (Lusa) -- O Presidente da República defendeu hoje que "a extrema-esquerda não existe mais em Portugal", durante uma conversa com alunos universitários, em Madrid, em que falou sobre o "equilíbrio difícil" da atual governação portuguesa.

Marcelo Rebelo de Sousa respondia a uma questão sobre migrações e refugiados, numa conferência sobre "Portugal e Espanha: Europa e América Latina", na Universidade Carlos III, na capital de Espanha, onde se encontra em visita de Estado.

Na resposta, em castelhano, o chefe de Estado reiterou a mensagem de que no espectro político português há "uma unanimidade absoluta" quanto à abertura aos refugiados e, a este propósito, afirmou que Portugal não tem extrema-direita.

"Mesmo a extrema-esquerda não existe mais em Portugal. Há a esquerda mais ambiciosa nas suas posições", acrescentou o Presidente da República, sem se alongar mais sobre este tema.

Estavam presentes na sala a secretária de Estado dos Assuntos Europeus, Ana Paula Zacarias, e os deputados que o acompanham nesta visita ao Reino de Espanha: Carla Barros, do PSD, Luís Testa, do PS, António Carlos Monteiro, do CDS-PP e Rita Rato, do PCP -- o Bloco de Esquerda optou por não se fazer representar.

Apesar de no domingo à noite, à chegada a Madrid, Marcelo Rebelo de Sousa ter declarado que não iria "falar de questões portuguesas" em Espanha, hoje comentou o atual quadro político nacional, nesta conversa com estudantes, e elogiou a procura de um "equilíbrio difícil" entre consolidação orçamental e preocupações sociais.

Segundo o Presidente da República, "Portugal tenta, busca apresentar uma via de equilíbrio -- até hoje, com bons resultados", o que "é muito bom para Portugal, é muito bom para os portugueses".

Por outro lado, em resposta a uma pergunta sobre a União Europeia, voltou a apresentar-se como "um otimista realista" e apelidou o primeiro-ministro, António Costa, de "um radical otimista".

O primeiro-ministro português "é sempre mais otimista, todos os dias diz: que maravilha, vai ser um dia sem nuvens, maravilhoso", descreveu. "Eu digo: depende".

"No entanto, em relação à Europa, temos de ser exigentes, mas otimistas, e voluntaristas", defendeu.

IEL // JPS

Lusa/Fim

Bissau, 16 abr (Lusa) - As eleições legislativas na Guiné-Bissau vão realizar-se no dia 18 de novembro, determinou hoje o Presidente guineense, José Mário Vaz, através de um decreto presidencial a que a Lusa teve acesso.

No documento, José Mário Vaz, diz ter fixado a data após auscultar a Comissão Nacional de Eleições (CNE), partidos políticos com assento parlamento e o Governo.

O Presidente guineense realça, no documento, que a renovação de legitimidade dos titulares de orgãos do Estado decorre da realização periódica de eleições e no caso dos deputados o seu mandato está prestes a terminar, pelo que, sublinhou, é normal a ida às urnas.

A presente legislatura termina no próximo dia 23 deste mês.

O Presidente do Parlamento guineense, Cipriano Cassamá, anunciou que vai convocar para quinta-feira uma sessão extraordinária da plenária do hemiciclo para, entre outros, decidir pela prorrogação do mandato dos deputados até a tomada de posse de novos parlamentares.

A prorrogação do mandato dos deputados foi decidida pelos dois principais partidos no Parlamento guineense, Partido Africano para a Independência da Guiné-Bissau e Cabo Verde (PAIGC) e Partido para a Renovação Social (PRS ), e para tal será promovida uma revisão pontual da Constituição do país, indicaram à Lusa fontes partidárias.

MB // PJA

Lusa/Fim

+ notícias: Mundo

761 mortos nos três países afetados pelo ciclone Idai

As autoridades identificaram até ao momento 761 mortos nos três países africanos que há dez dias foram afetados pela passagem do ciclone Idai.

Número de mortos contabilizados por Moçambique devido ao ciclone sobe para 417

O número de mortos contabilizados por Moçambique, devido ao ciclone Idai, subiu este sábado para 417, anunciaram hoje as autoridades.

Forças Democráticas Sírias anunciam fim do "califado" do Estado Islâmico na Síria

As Forças Democráticas Sírias anunciaram este sábado que o "califado" do grupo extremista Estado Islâmico (EI) foi totalmente eliminado, após combates em Bagouz, o último reduto 'jihadista' na Síria.

Atenção: este é um espaço público e moderado. Não forneça os seus dados pessoais (como telefone ou morada) nem utilize linguagem imprópria.