Jornal Diário Jornal das 13

António Costa avisa que Estado não será capturado por cartéis e haverá meios aéreos

| Política
Porto Canal com Lusa

O primeiro-ministro afirmou esta sexta-feira que o Estado não se deixará "capturar por cartéis" ligados a empresas de meios aéreos e que este verão esses meios estarão disponíveis a tempo e horas "custe o que custar".

Atualizado 14-04-2018 11:52

António Costa falava aos jornalistas na Autoridade Nacional de Proteção Civil (ANPC), em Carnaxide (Oeiras), tendo ao seu lado o ministro da Administração Interna, Eduardo Cabrita, após uma reunião de trabalho sobre a preparação do dispositivo especial de combate aos incêndios.

Interrogado sobre os meios aéreos que estarão disponíveis para o combate no próximo verão, o líder do executivo respondeu: "Há uma coisa que gostaria de deixar claro, é que pode ser que as autoridades reguladoras e judiciais não ajam atempadamente para desfazer os cartéis que querem capturar o Estado".

"Mas o Estado não será capturado e teremos os meios aéreos a tempo e horas custe a quem custar - e vai custar, porque não é aceitável que alguém queira transformar a segurança das populações numa ameaçada ao Estado", declarou.

+ notícias: Política

Vieira da Silva admite "problema" nas novas pensões, a resolver "até final do ano"

O ministro do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social admitiu esta terça-feira que "existe um problema" na atribuição de novas pensões, devido à falta de pessoal e aos crescentes pedidos, mas disse que "até final do ano" os principais atrasos "serão resolvidos".

Assembleia Municipal do Porto aprova moção que defende fim das portagens na CREP

A Assembleia Municipal do Porto aprovou esta terça-feira uma moção do BE que defende o fim das portagens na Circular Regional Exterior do Porto (CREP) ou concretização de medidas que retirem tráfego à Via de Cintura Interna (VCI).

Governo só se compromete a aumentar salário mínimo até 600 euros

O ministro do Trabalho disse esta segunda-feira que o Governo está "sempre aberto" a propostas de atualização do salário mínimo, mas frisou que o único compromisso que pode agora assumir é de que o valor chegará aos 600 euros em 2019.

Atenção: este é um espaço público e moderado. Não forneça os seus dados pessoais (como telefone ou morada) nem utilize linguagem imprópria.