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Pelo menos 16 alegados terroristas mortos em ofensiva do exército egípcio no Sinai

| Mundo
Porto Canal com Lusa

Pelo menos 16 alegados terroristas morreram nos últimos dias na península do Sinai, no noroeste do Egipto, numa ofensiva das Forças Armadas, informou este domingo o porta-voz militar, Tamer al-Refai.

Num comunicado, o porta-voz indicou que "12 elementos 'takfiries' (radicais) armados foram eliminados durante um tiroteio" numa incursão na zona de operações, sem precisar o local ou a data.

Além disso, outros quatro "radicais" muito perigosos foram mortos e três outros líderes "Takfiri" foram presos nas áreas montanhosas no centro do Sinai, numa operação realizada graças às informações dadas pelos cidadãos, de acordo com Al-Refai.

Este é o registo das operações realizadas durante os "últimos quatro dias", afirmou o comunicado.

Desde o início da operação, na sexta-feira, pelo menos 16 soldados e 121 supostos terroristas morreram, de acordo com os dados publicados pelo Exército.

Desde 2013, com a destituição do Presidente islâmico Mohamed Morsi pelo exército, que as forças de segurança lutam contra grupos extremistas, incluindo o ramo local do grupo extremista Estado Islâmico, que é particularmente ativo no norte do Sinai.

Na província do Norte do Sinai vigoram regras de exceção criadas pelos militares, pelo que os meios de comunicação não podem aceder ao local nem verificar as informações fornecidas pelo Exército ou pelo Ministério do Interior.

A Amnistia Internacional (AI) acusou as Forças Armadas egípcias de usarem bombas de fragmentação, um tipo de arma proibida internacionalmente devido aos seus efeitos indiscriminados e de longo prazo.

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