Jornal Diário Jornal das 13

Farmácias angolanas proibidas de vender antibióticos sem receita

| Mundo
Porto Canal com Lusa

Luanda, 13 jan (Lusa) - O Ministério da Saúde angolano ordenou às farmácias do país a proibição de dispensa de vários medicamentos, nomeadamente antibióticos, sem receita médica, de forma a travar a automedicação da população.

A informação consta de um despacho de final de dezembro, assinado pela ministra da Saúde, Sílvia Lutukuta, proibindo expressamente a venda, sem receita médica, de antibióticos, incluindo tuberculostáticos e os de terceira geração, Misoprostol, Sildenafil, Tadalafil e Vardenafil, além de psicotrópicos.

O documento, a que a Lusa teve hoje acesso, refere a "existência de práticas generalizadas de automedicação por parte da população" e "tendo em conta os riscos inerentes ao uso inadequado dos medicamentos" para a saúde humana.

As farmácias ficam ainda obrigadas a fazer o registo de entrada e de controlo de stocks destes medicamentos, durante pelo menos cinco anos, mantendo igualmente as cópias das receitas, cabendo à Inspeção-Geral da Saúde a fiscalização destas medidas.

O Governo angolano prevê gastar 7,40% das despesas públicas incluídas no Orçamento Geral do Estado para 2018 com o setor da Saúde, na ordem dos 339,1 mil milhões de kwanzas (1.700 milhões de euros).

Contudo, estes serviços de saúde públicos continuam inacessíveis, por falta de equipamentos, profissionais ou mesmo medicamentos, para uma parte importante da população angolana.

PVJ // PJA

Lusa/Fim

+ notícias: Mundo

Epidemia de cólera mata cerca de 100 pessoas na Nigéria

Uma epidemia de cólera matou quase 100 pessoas nas últimas duas semanas no nordeste da Nigéria, uma região devastada pelas ações do grupo extremista Boko Haram, informou este sábado a ONU.

Trabalhadores do McDonald's fizeram greve nos EUA contra o assédio sexual

Trabalhadores do McDonald's realizaram, na terça-feira, em dez cidades norte-americanas, uma greve laboral contra o assédio sexual na empresa, em consonância com o movimento #MeToo.

Chuvas na Nigéria provocam 100 mortos, autoridades estimam que número aumente

As autoridades nigerianas afirmaram que 100 pessoas morreram devido às inundações provocadas pelas chuvas fortes que se fizeram sentir no país nos últimos dias.

Atenção: este é um espaço público e moderado. Não forneça os seus dados pessoais (como telefone ou morada) nem utilize linguagem imprópria.